Consórcio ou financiamento: qual é o mais barato para comprar sua casa?


Com a taxa de juros nas alturas, usar consórcio para comprar a casa própria pode ser uma saída para economizar.

Segundo cálculos do diretor-executivo da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), Miguel Ribeiro de Oliveira, financeiramente o consórcio é melhor do que o financiamento. "Já era mais barato e com a subida dos juros a vantagem aumentou."

Veja a comparação entre consórcio e financiamento para a compra de um imóvel de R$ 500 mil. Para os cálculos, foi considerado um custo de financiamento de 11% ao ano. Já os custos do consórcio foram taxa de administração de 17% (dividida pelo prazo total do consórcio), fundo de reserva de 1% (também considerado o prazo integral do consórcio) e correção pelo INCC de 5% ao ano.

Segundo a assessoria de imprensa da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio), esses custos são considerados atualmente como valor médio de mercado.

A conclusão é que o consórcio sai mais barato do que o financiamento pelo SAC e pela tabela price. O financiamento pelo SAC tem um custo adicional de R$ 47.536,73 (6,41% mais caro do que o consórcio). Já o financiamento pela tabela price custa R$ 65.499,31 (8,83% mais caro do que o consórcio). 

Preço final de um imóvel de R$ 500 mil (prazo de 120 meses)

Financiamento (pelo SAC)

  • Primeira parcela: R$ 8.750,00
  • Última parcela: R$ 4.410,54
  • Total do financiamento: R$ 789.632,62

Financiamento (pela tabela price)

  • 120 parcelas mensais: R$ 6.729,96
  • Total do financiamento: R$ 807.595,20

Consórcio

  • Primeira parcela: R$ 4.916,67
  • Última parcela: R$ 7.627,37
  • Total do financiamento: R$ 742.095,89

Consórcio também tem desvantagens


Mas a compra de uma casa não deve ser avaliada apenas do ponto de vista financeiro, afirma o especialista.

Apesar de ser mais barata, a compra de um bem por meio de consórcio pode levar anos para se realizar. "A pessoa tem de saber que, num consórcio de 120 meses, ela pode ser sorteada apenas na parcela 120", diz Ribeiro de Oliveira.

"Assim, se a pessoa morar de aluguel e quiser sair do imóvel, se usar o financiamento isso se torna possível rapidamente. Já no caso do consórcio, ela terá de aguardar ser sorteada ou terá de ter juntado dinheiro suficiente para dar um bom lance e conseguir a liberação da carta logo no início", afirma.
Ideal é poupar para comprar à vista

O ideal é juntar dinheiro para comprar a casa à vista, diz o economista. Nesse caso, além de não pagar juros (no caso do financiamento) ou taxa de administração (caso do consórcio), a pessoa ainda terá o poder de negociar um desconto.

"Comprar a casa à vista ou quase à vista é o melhor negócio", diz o professor de finanças do Insper Ricardo Humberto Rocha. "Mas o consórcio pode ser uma boa saída também. E, no caso dos imóveis, também é permitido o uso do FGTS, o que pouca gente sabe", diz.
Como poupar para comprar à vista?

O ideal é saber qual é o valor da parcela que seria paga no consórcio ou financiamento e depositar todo mês esse valor em uma aplicação financeira.

Segundo a calculadora do UOL "Consórcio ou poupar", se o comprador depositasse em uma aplicação o valor de R$ 4.916,67 todo mês, ele conseguiria acumular R$ 500 mil no prazo de 70 meses.

Ou seja, ele teria o dinheiro para comprar o imóvel 50 meses antes do que se pagasse um consórcio de 120 meses. Nessa conta, a aplicação teria que render no mínimo 1% ao mês.

"Isso acontece porque quem poupa não está tendo gastos, mas rendimentos. A desvantagem é que se a pessoa morar de aluguel, terá de arcar com os dois custos até que consiga juntar o valor para comprar o imóvel. Com o consórcio, a pessoa teria a possibilidade de ser sorteada antes e não precisar mais arcar com o valor do aluguel", afirma Ribeiro de Oliveira.

Outro cuidado para quem decide poupar em vez de pagar um consórcio é ter disciplina. Poupar todo mês, como se pagasse a prestação. E o ideal é corrigir o valor dos depósitos a cada ano pela inflação, para manter o poder de compra do imóvel.

Fonte: UOL

Cauã Reymond estrela o novo comercial da seguradora HDI!

site caua

Tem comercial novo da HDI Seguros, desta vez estrelando Cauã Reymond!

No filme, criação da agência Voluntários da Pátria Comunicação, novamente o casal da campanha tem seu carro batido e desta vez o causador do acidente é Cauã Reymond, que conta com o seguro HDI para resolver o problema.

Confira!


Automóvel no Brasil custa até 106% mais que lá fora

Na garagem de casa, o carro da família pode ser o mesmo de americanos, europeus, argentinos ou japoneses. Mas o preço certamente é muito diferente. Margem de lucro maior, impostos elevados, altos custos de mão de obra, de logística, de infraestrutura e de matérias-primas, falta de competitividade, forte demanda e um consumidor disposto a pagar um preço alto ajudam a explicar o porquê de o veículo aqui no Brasil chegar a ser vendido por mais do que o dobro que lá fora.

Levantamento em cinco países — Brasil, EUA, Argentina, França e Japão — mostrou que o carro brasileiro é sempre o mais caro. A diferença chega a 106,03% no Honda Fit vendido na França (onde se chama Honda Jazz). Aqui, sai por R$ 57.480, enquanto lá, pelo equivalente a R$ 27.898,99. A distância também é expressiva no caso do Nissan Frontier vendido nos EUA. Aqui, custa R$ 121.390 — 91,31% a mais que os R$ 63.450,06 dos americanos. Há cerca de duas semanas, a “Forbes” ridicularizou o preços no Brasil, mostrando que um Jeep Grand Cherokee básico custa US$ 89.500 (R$ 179 mil) aqui, enquanto, por esse valor, em Miami, é possível comprar três unidades do modelo, que custa US$ 28 mil.

O setor teve o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido. O incentivo terminaria sexta-feira, mas deve ser prorrogada por dois meses.

Especialistas estimam que a margem de lucro das montadoras no Brasil seja pelo menos o dobro que no exterior, por causa de um quadro de pouca concorrência — ainda que já seja o quarto maior mercado de carros do mundo, incluindo caminhões e ônibus, atrás de China, Estados Unidos e Japão. O diretor-gerente da consultoria IHS Automotive no Brasil, Paulo Cardamone, estima ganho de 10% do preço de um veículo no Brasil, enquanto no mundo seria de 5%. Nos EUA, esse ganho é de 3%:

— Lucro de montadora no Brasil é maior que em qualquer lugar do mundo, pelo menos o dobro. O mercado automobilístico no Brasil é protegido, taxam-se os importados e há concentração forte das vendas nas quatro grandes marcas. Lá fora, as maiores têm cerca de 30% do mercado — afirma ele.

Volkswagen, General Motors, Fiat e Ford — responderam por 81,8% dos 2,825 bilhões de carros vendidos no país em 2011.

— Existe uma demanda grande pelos veículos no Brasil, o que mantém os preços em alta. Se a montadora sabe que há compradores, por que dar desconto? — diz Milad Kalume Neto, gerente de atendimento da consultoria Jato Dynamics do Brasil.

De todo modo, há outros vilões para preços tão elevados. O imposto é, de praxe, apontado como o grande causador. Mas, mesmo descontando as alíquotas, os consumidores nacionais ainda são os que precisariam pagar mais para ter o bem. O preço do Nissan Frontier vendido no Brasil cairia, por exemplo, de R$ 121.390 para R$ 81.209,91, ainda é mais que França e EUA com impostos.

— Não se pode ignorar o custo Brasil, que encarece toda a cadeia produtiva com os problemas de logística e infraestrutura do país, além do custo da mão de obra brasileira — diz José Caporal, consultor da Megadealer, especializada no setor automotivo.

imposto nos eua é de até 9%

Segundo a Anfavea, a associação das montadoras, os impostos representam cerca de 30% do preço dos veículos, considerando as alíquotas normais do IPI. Nos carros 1.0, os impostos representam 27,1% do preço. Na faixa de veículos entre 1.0 e 2.0, o peso dos impostos é de 30,4% para os que rodam a gasolina e de 29,2% para motores flex e etanol. Acima de 2.0, respondem por 36,4% e 33,1% do preço, respectivamente. Nos EUA, os impostos são de até 9% do preço ao consumidor.

No Brasil, outro fator complicador é o fato de grande parte das compras ser financiada. O consumidor se preocupa mais com o tamanho da parcela que com o preço final do veículo.

— Nosso carro ainda é muito caro, é um absurdo — afirma Adriana Marotti de Mello, professora do Departamento de Administração da FEA/USP.



Fonte: O Globo

o vendedor de cachorro-quente e a crise


Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorro quente. Ele não tinha rádio, não tinha televisão e nem lia jornais, mas produzia e vendia o melhor cachorro quente da região. Ele se preocupava com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava e gostava.

As vendas foram aumentando e cada vez mais ele comprava o melhor pão e a melhor salsicha. Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender a grande quantidade de fregueses. E o negócio prosperava a olhos vistos. Seu cachorro quente era o melhor!

Vencedor, ele conseguiu pagar uma boa escola ao filho. O menino cresceu, e foi estudar Economia numa das melhores Faculdades do país.

Anos depois, finalmente, o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai continuava com a vida de sempre, vendendo, agradando e prosperando e teve uma séria conversa com o pai:

– Pai, então você não ouve rádio? Você não vê televisão? Não acessa a Internet e não lê os jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso País é crítica. Está tudo ruim. O Brasil vai quebrar.

Depois de ouvir as considerações do filho Doutor, o pai pensou: _ Bem, se meu filho que estudou Economia na melhor Faculdade, lê jornais, vê televisão e internet, participa de redes sociais, e acha isto, então só pode estar com a razão, a coisa deve estar feia mesmo!

Com medo da crise, o pai procurou um Fornecedor de pão mais barato (e é claro da pior qualidade).

Começou a comprar salsichas mais barata (que era, também, a pior). Para economizar, parou de fazer cartazes de propaganda na estrada.

Abatido pela noticia da crise já não oferecia o seu produto em voz alta. Tomadas essas providências, as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo e chegaram a níveis insuportáveis e o negócio de cachorro quente do velho, que antes gerava recursos até para fazer o filho estudar Economia na melhor Faculdade quebrou.

O pai, triste, então falou para o filho: – Você estava certo, meu filho, nós estamos no meio de uma grande crise. e comentou com os amigos,orgulhoso:

– Bendita a hora em que eu fiz meu filho estudar economia, ele me avisou da crise!

Este texto nos revela uma grande lição: Vivemos em um mundo contaminado de más noticias e se não tomarmos o devido cuidado, essas más noticias nos influenciarão a ponto de roubar a prosperidade de nossas vidas, portanto, cuide-se, liberte-se e lute pelos seus objetivos de forma consistente e permanente.

Beneficiários do Bolsa Família terão que se profissionalizar e conseguir emprego

A deputada federal Geovânia de Sá (PSDB/SC), protocolou o Projeto de Lei (PL) 2105/2015, que aumenta as condicionalidades para permanecer no Programa Bolsa Família. Com a alteração do art. 3º da Lei nº 10.836, que criou o programa, a deputada incluiu exigência de matrícula, frequência e certificado de conclusão em curso profissionalizante de pelo menos um membro da família que recebe o auxílio do Bolsa Família no prazo de até 90 dias após a inclusão no benefício. 

Além disso, o currículo profissional do beneficiário será incluído em cadastro ou banco de vagas das agências do trabalhador ou instituições similares e na negativa de até quatro propostas de emprego, os valores do programa serão suspensos. Na hipótese de rescisão sem justa causa do contrato de trabalho antes do direito ao seguro-desemprego, os benefícios só serão reativados, caso o currículo profissional volte aos bancos de vagas de emprego. 

“Observamos que o Programa Bolsa Família foi criado para enfrentar a situação de pobreza e pobreza extrema das famílias brasileiras e para manutenção dos valores pagos, os beneficiários devem cumprir alguns requisitos. O que fizemos foi incluir a exigência de curso profissionalizante e cadastro em um banco nacional de vagas de emprego. Com isso, o programa, que tem porta de entrada, também terá uma nova porta de saída, com qualificação profissional, emprego e dignidade às famílias, que poderão prosseguir sem o auxílio financeiro do governo”, destacou a deputada Geovânia de Sá. 

Entre os requisitos que já estão previstos em lei, há o compromisso com a saúde de crianças menores de sete anos e de mulheres gestantes ou lactantes. Na educação, todas as crianças e adolescentes entre 6 e 15 anos devem estar na escola e com frequência de pelo menos 75%. Mesmo assim, não existe tempo de duração para os benefícios, que podem ser em caráter permanente, como uma garantia de mínimos sociais, ou transitório, suficiente para a superação do quadro de vulnerabilidade social a que está submetida. 

“Nesse sentido, não temos dúvidas de que a melhor solução, visando à transformação da realidade das famílias, envolve ações efetivas de educação para gerar qualificação profissional e empregabilidade. Desse modo, o País terá ganhos de produtividade em escala, com vantagens para toda a sociedade”, argumentou a deputada. O projeto segue agora para a análise das comissões para depois ser votado em plenário. 



Colaboração: Simone Costa / Assessoria de Imprensa

Sem recursos, neurocientista pensa em fechar laboratório e sair do Brasil

A neurocientista Suzana Herculano-Houzel, chefe do Laboratório de Neuroanatomia Comparada do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ, vive um paradoxo em sua carreira. Por um lado, ela comemora a publicação, nesta quinta-feira, junto com o físico Bruno Mota, professor da mesma universidade, de um estudo que sugere nova explicação para a anatomia "enrugada" do cérebro. A pesquisa foi divulgada na "Science", uma das principais revistas científicas do mundo. Porém, Suzana também vive um drama. A cientista corre o risco de ver os trabalhos no laboratório que chefia paralisados por falta de recursos.

Segundo ela, no fim do ano passado o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) aprovou uma verba de R$ 50 mil - metade dos R$ 100 mil originalmente pedidos – para financiar as pesquisas durante três anos, mas até agora só pouco mais de R$ 6 mil foram liberados.

Além disso, dois projetos aprovados há meses pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) ainda não têm previsão de quanto e quando o dinheiro será liberado. Já os US$ 600 mil que recebeu em 2010 como apoio por seis anos da Fundação James McDonnell, dos EUA, estão sendo depositados na conta da UFRJ, o que a obriga a enfrentar uma enorme burocracia para acessar os recursos, que agora podem até ser bloqueados devido à crise financeira na instituição. Por fim, diz, o CNPq também adiou por tempo indeterminado a reabertura do edital de renovação do financiamento para funcionamento do Instituto Nacional de Neurociência Translacional, ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), do qual ela também faz parte.

- No momento, estou tirando dinheiro do próprio bolso e “me devendo” mais de R$ 15 mil na esperança de ver algum destes recursos liberados – conta Suzana. - É isso ou paro de trabalhar, interrompo os projetos e a formação de pesquisadores no laboratório. E não é por falta de competência ou má gestão. Temos vários projetos aprovados, mas a realidade é que não estamos recebendo nada, o financiamento ao laboratório acabou e estou sendo forçada a recusar alunos do Brasil e do exterior que querem fazer seu mestrado ou doutorado aqui - explica.

"AQUI NÃO LEVAM A GENTE A SÉRIO"

Diante desta situação, Suzana já cogita até deixar o Brasil e continuar suas pesquisas em alguma instituição fora do país. Credenciais para isso não lhe faltam, já que a pesquisadora foi responsável por algumas das mais importantes descobertas recentes no estudo comparativo do cérebro humano com os de outros mamíferos e sua ligação com a cognição, publicadas em periódicos científicos internacionais de grande impacto. É dela, por exemplo, a constatação de que o número de neurônios em nosso cérebro chega a 86 bilhões, menos do que as estimativas anteriores de cerca de 100 bilhões, mas, destes, 16 bilhões estão no córtex, número bem superior, por exemplo, aos 6 bilhões de neurônios corticais dos elefantes, cujo cérebro no total soma quase 250 bilhões destas células, ou três vezes mais do que nos seres humanos.

- A vontade cada vez maior é ir embora do país, pois aqui não levam a gente a sério – reclama. - Temos reconhecimento internacional, como mostra esta publicação na “Science”, mas nenhum dinheiro. Como a ciência não dá resultados imediatos e/ou facilmente visíveis, a primeira coisa que fazem em momentos de crise como este é cortar nosso financiamento. Isto sem sequer entrar no mérito de aprovarem menos recursos do que os necessários para os projetos, como no caso do que temos com o CNPq, e mesmo assim quererem a mesma produção e resultados. Só aí já começa a “mágica” que temos que fazer para trabalhar aqui no Brasil. Os pesquisadores brasileiros aprendem a enfrentar condições tão impossíveis aqui que quando chegam em um laboratório com boas condições no exterior sua produção é extraordinária.


Fonte: O Globo.


#Polêmica - A verdade sobre a Casa das Onze Janelas


Nos últimos dias foi criada uma polêmica acerca da notícia de que o Governo do Estado estaria trabalhando para desocupar o espaço ora ocupado pelo Boteco das Onze, na Casa das Onze Janelas. A polêmica ganhou destaque nas redes sociais, onde algumas pessoas se posicionaram fortemente contra a ação do Governo do Estado, alegando que o mesmo estava ratificando que Belém continua sendo a "terra do já teve", acusando o secretário Paulo Chaves de agir com politicagem, mas também surgiram fortes críticas de internautas que acusam o Diário OnLine, que há três dias noticia sobre o assunto, de querer se aproveitar do fato para gerar a polêmica, agindo por interesses políticos, além das fortes críticas ao estabelecimento, pelo alto preço praticado, péssimo atendimento, má utilização do espaço público e deterioração do patrimônio.

Temos então algumas questões que devem ser pontuadas a respeito da ação do Governo do Estado:

1- O conceito inaugural da restauração do conjunto Feliz Lusitânia (concluído em 2002), que contemplou a Igreja de Santo Alexandre, o Museu de Arte Sacra, o Museu do Encontro (no Forte do Presépio), o Museu do Círio (no Casario da Padre Champagnat), inclui a Casa das Onze Janelas. Nela foi instalado o Museu de Arte Contemporânea e, como serviço de apoio, um restaurante-bar funcionando em horário estabelecido pela direção do Museu e em consonância com o caráter museológico do local, onde se expõem esculturas no seu entorno.

2- Se a convivência do restaurante-bar foi, no início, adequada à proposta do bem público, com o tempo foi se degenerando e as queixas dos usuários frequentes, em particular, quanto à inadequação sonora. Após a dissolução da sociedade, por litígio entre os sócios, acentuou-se a degeneração do espaço.

3- O atual inquilino, sentindo-se autônomo, passou a utilizar as áreas externas que ultrapassam seu limite contratual para eventos. Além disso, pouco a pouco, transformou o restaurante em boate. No exterior, objetos de arte pública foram danificados e, no interior, a direção do Museu retirou quadros autênticos e objetos arqueológicos que já estavam se deteriorando.

4- Apesar das recomendações do Governo do Estado, em função de se tratar de um anexo ao espaço museológico que é de todos e não apenas de uma empresa isolada, o bem foi constantemente agredido e a disfunção de uso da área comercializada levou o Governo a não mais prorrogar o instrumento.

5- O inquilino, que em nenhum momento levou em conta as condições especiais onde se encontra o seu negócio, foi comunicado da decisão e, desse momento em diante, tentou de todas as maneiras permanecer no bem público.

6- Assim, não restou ao Governo do Estado alternativa, senão a Justiça. A desocupação que será efetuada é o desfecho de uma série de ações judiciais, incluindo diversos incidentes protelatórios deflagradas pela empresa – processos que já duram três anos, em tudo observado os princípios constitucionais do contraditório e da ampla defesa.

7- O contrato de locação do restaurante Boteco das Onze já encerrou, mas a empresa locatária obstina-se a permanecer no local a qualquer custo, inclusive, denegrindo a imagem de pessoas e instituições, inclusive, da própria Justiça.

8- Longe de ser uma questão pessoal ou implicância de qualquer índole, trata-se de uma disfunção do que deveria ser a prestação de um serviço público, em conflito com a proposta do conjunto patrimonial que se demora no entorno do largo da Sé. Todos os bens tombados em conjunto e, individualmente, pelo Governo Federal, por intermédio do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN.

9- Algumas alternativas vêm sendo estudadas pelo Governo, que está esperando o fim do litígio, para serem implementadas, mantendo-se, no entanto, as mesmas adequações recomendadas para o conjunto patrimonial, levando em conta o sítio onde se encontram os monumentos e seus Museus.

10- Mais recentemente surgiu o projeto, já em andamento, de a semelhança do que vem ocorrendo em Lima, no Peru, seja instalado, em Belém, no Feliz Lusitânia, um Centro de Gastronomia da Amazônia, incluindo laboratório, Museu da Gastronomia, com loja de produtos artesanais, escola de aperfeiçoamento em culinária da região e um restaurante integrado.

11- Assim sendo, a Secretaria de Cultura do Governo do Estado repudia a maneira mentirosa, desrespeitosa e agressiva com que o locatário do restaurante, hoje denominado Boteco das Onze, tenta iludir a opinião pública. Como não poderia deixar de ser, cabe ao Governo do Pará o caminho da verdade e da Justiça.


Você sabe com quem está falando?

Você conhece alguém que costuma falar assim? Tem gente que sequer admite ser travado na porta giratória da agência bancária!

O que é que você responderia se alguém lhe dissesse isso?

Vamos refletir!

O que é um ser humano?

Aristóteles disse no séc. IV a.C. que o Homem é um animal racional. Usamos isso até hoje. Fernando Pessoa tem outra definição: “O Homem é um cadáver adiado”;

A ciência acredita que nós estamos num Universo que tem provavelmente um formato cilíndrico, em função da curvatura do Espaço e que é (muito provavelmente) um dos Universos possíveis. Esse Universo teria surgido a 15 bilhões de anos, originado de uma grande explosão, que muitos conhecem como “Big Bang”.

Esse cilindro era como se fosse uma mola comprimida entre seus dedos com muita força e que de repente é solta... Ela expande com muita força jogando energia. Esse é o nosso Universo, que continua em expansão. Basta olhar para o céu e ver que ao longo dos anos ele nunca é o mesmo.

E nesta expansão aceleradíssima de matéria e energia que se concentraram no que chamamos de estrelas e estas estrelas por sua vez, se agruparam no que chamamos de Galáxias.

A Ciência calcula que no nosso Universo haja por volta de 200 bilhões de Galáxias. Uma dessas Galáxias é a nossa, a Via Láctea, que não é tão grande assim, afinal, ela tem aproximadamente 100 bilhões de Estrelas.

Uma dessas Estrelas é a nossa: o Sol.

Em volta da Estrela “Sol” giram massas planetárias sem luz própria. A terceira delas a partir do Sol é a Terra.

Então o que é a Terra?

A Terra é um Planetinha que gira em torno do Sol, que é uma Estrelinha entre outras 100 bilhões de Estrelas compondo uma única Galáxia entre outras 200 bilhões de Galáxias num dos Universos possíveis.

Vejam como nós somos importantes!

Tem pessoas que pensam que Deus fez tudo isso só para que elas existissem.

Imagina se fossemos fazer uma análise de custo-benefício... Todos esses Universos, Galáxias, Estrelas e Planetas só para que nós existíssemos aqui na Terra. E ainda tem gente que pensa ainda pior, pois acha que Deus fez tudo isso para elas, com o dinheiro que elas detêm, o sotaque que elas usam, a religião que elas praticam, o cargo que elas ocupam numa Empresa, a cor da pele que elas têm, etc...

A Ciência também sabe que neste nosso Planeta tem o que chamamos de Vida (será que só tem vida aqui?). Esta mesma Ciência calcula que existam 30 milhões de espécies diferentes vivendo aqui, mas até agora só classificou cerca de 3 milhões. Uma dessas espécies é a nossa, o Homo Sapiens.

Então vamos lá! A nossa espécie é uma entre 3 milhões já classificadas, que vivem num Planeta que gira em torno da Estrela Sol, que é uma Estrelinha entre outras 100 bilhões de Estrelas compondo uma única Galáxia entre outras 200 bilhões de Galáxias num dos Universos possíveis.

Essa espécie, em 2011 tem aproximadamente 6 bilhões e 800 milhões de indivíduos. Um deles é você!

Então vamos lá! Quem é você?

É um indivíduo entre outros 6,8 bilhões de seres humanos que compõem uma única espécie entre outras 3 milhões já classificadas, que vivem num Planeta que gira em torno da Estrela Sol, que é uma Estrelinha entre outras 100 bilhões de Estrelas compondo uma única Galáxia entre outras 200 bilhões de Galáxias num dos Universos possíveis.

Então quem é você? Quem sou eu? Quem sou eu para achar que o único modo de fazer as coisas é como eu faço, que o único lugar bom pra nascer foi onde eu nasci, que a minha religião é a melhor de todas, que o meu sotaque é o correto, etc..

Quem és tu?

Tu és o vice-treco do sub-troço!

Por isso que agora, todas as vezes que alguém chega até mim e me pergunta “Você sabe com quem está falando?” eu respondo “Você tem tempo? Senta aqui que vou tentar explicar com quem estou falando!”



Cada recém-nascido na Finlândia dorme em uma caixa de papelão por uma simples razão...

E se cada bebê que chegasse a este mundo recebesse a mesma caixa para começar sua jornada na vida? Hoje em dia você vê todos esses altos preços ridículos das lojas de recém nascidos, berços que custam o olho da cara e roupinhas que servem apenas como símbolo de status. No outro extremo do espectro, vemos mães que mal podem se dar ao luxo de comprar fraldas de pano ou os itens básicos necessários para que os pequenos venham ao mundo com um pouco de dignidade e cuidados elementares. Na Finlândia eles fazem coisas diferentes.

Não importa de que cor seja, a quantidade de dinheiro que seus pais tenham, ou onde vivem. Cada mulher grávida na Finlândia recebe uma caixa que inclui os seguintes elementos:


  • Colchão, capa de colchão, lençol, capa de edredom, cobertor e colcha.
  • A própria caixa em realidade é utilizada como um berço.
  • Traje para a neve, gorro, luvas isolantes, e botinas.
  • Vestido e macaquinhos com capuz.
  • Meias, luvas gorro de lã.
  • Camisetas, babygrows compridos e leggings em cores e padrões unissex.
  • Toalha de banho com capuz, uma tesoura de unhas, escova de cabelo, escova de dentes, termômetro de banho, creme troca fraldas, toalha.
  • Jogos de fraldas de pano e lenços de musselina
  • Álbum de fotografias e brinquedos para a dentição.
  • Sutiãs acolchoados e camisinhas.





O melhor de tudo isto? Tudo isto é totalmente grátis. As "caixas de bebê" são fornecidas pelo governo para ajudar a garantir a segurança e bem-estar de todas as crianças recém-nascidas.

Um recente relatório mostrou que as mães finlandesas são as mais felizes do mundo e a caixa de bebê certamente tem algo a ver com isso, já que possibilita que as novas mamães estejam menos estressadas, especialmente nas primeiras semanas pós-parto.

Sabendo que a "caixa de bebê" tem todo o enxoval necessário, podem concentrar toda sua atenção para dar ao recém-nascido o carinho e cuidados que ele precisa. Isso certamente causou um enorme impacto nas mães finlandesas, fazendo com que a caixa tenha se tornado uma tradição.

A taxa de mortalidade de recém-nascidos costumava ser extremamente elevada na Finlândia por volta da década de 1930. De fato, morriam 65 em cada 1.000 bebês. Foi por isso que as autoridades da área de saúde decidiram fazer alterações nos programas sociais para garantir que a segurança e o bem-estar dos recém-nascidos fossem atendidos.

Após a distribuição destes geniais kits de maternidade em 1938 tudo começou a mudar. Hoje a Finlândia tem uma das taxas de mortalidade infantil mais baixas do mundo. Não é à toa que a Fundação Save The Children nomeou a Finlândia como o "O melhor lugar para ser mãe de todo o planeta".