A etiqueta no uso do Whatsapp

Sinceramente não sei quem é o autor deste texto, mas acredito que vale a pena divulgá-lo!

se souberem quem é o dono, favor avisar, para que eu possa registar aqui os devidos créditos.

"O povo perdeu a noção após o Whatsapp? Cadê a etiqueta, por favor?
Antes do Whatsapp existiam horários que elegantemente você poderia ligar ou não para alguém.
Antigamente após às 22h você ligava na casa de alguém apenas se a pessoa fosse muito próxima ou da família.
Nas relações profissionais, o comum era o cliente ligar apenas em horário comercial, no máximo, no máximo messsmo, no horário do almoço.
Com a comunicação ágil do Whatsapp, todas as regras de etiqueta foram simplesmente deletadas da mente das pessoas.
Clientes te passam mensagens sábado, domingo, feriado, tarde da noite.
Gente que nem é próxima, ou seja, não é seu amigo de verdade, quer falar com você fora do horário comercial. Como assim, Brasil? Cadê os limites?
Muita gente até fala. Mas, Fulano, eu mandei, a pessoa responde a hora que quiser.
Desculpe-me, mas não é assim que a maioria pensa e age.
A pessoa vê que você leu a mensagem ou que você ouviu o áudio, simplesmente ele quer resposta daquilo em poucos instantes depois.
Fora que agora todo mundo se acha no direito de pedir os contatos da gente. Ooops!!! Tem gente que não quer ter seu número espalhado por aí. Claro, né? Todo mundo pode ter esse direito, senão publicava o número do celular na bio do Instagram, Twitter e Facebook.
Mas dá uma vergonha de recusar passar o contato daquele seu amigo, para alguém que você sabe que tem interesses comerciais, ou sei lá o quê.
Tenho amigos exemplares que usam tão bem, que aí vejo que o mundo tem salvação, rs.
Separei 11 dicas de etiqueta para usar o Whatsapp corretamente.
Por favor compartilhe com seus amigos sem noção. O mundo agradece!

  1. - não é porque você leu que é obrigado a responder na hora. Nem sempre é possível. Os apressadinhos eu já corto logo e falo que respondo quando der. Eu trabalho, estudo, dou aula, né?
  2. - relações comerciais devem ser tratadas em horário de trabalho. Podem acontecer exceções, mas que elas não virem rotina.
  3. - se vai conversar pela primeira vez com a pessoa, lembre-se que provavelmente ela não tem seu contato. Peça licença e se apresente. Ah! Faça isso também em dias úteis ou horários comerciais. Se viu que pessoa não deu moral, não fique insistindo. Aja no Whatsapp como você age no seu dia dia.
  4. - se você tem urgência em ser atendido, eu te indico fechar o whatsapp e fazer uma ligação, que até hoje tem essa função. Ninguém é obrigado a ficar com o Whatsapp aberto o tempo todo e responder na hora que você precisa.
  5. - pare de ficar pedindo contato de quem você não tem relacionamento para seus amigos e conhecidos. É chato e deselegante. Se quiser me irritar, peça para mim os contatos de todos os blogueiros da minha cidade, ou dos jornalistas ou do meu mailing empresarial. Isso não existe, tá? Mailing cada um constrói o seu, e agenda também.
  6. - o áudio é prático, mas nem sempre quem está do outro lado pode ouvir. Vai que a pessoa está em reunião? Opte por textos mesmo. É mais prático. Deixe o áudio apenas para momentos de emergência ou que seja mais compreensível falar do que digitar.
  7. - não fique adicionando amigos em grupos do Whatsapp sem o consentimento da pessoa. Tem coisa mais chata do que ser inserido em grupos que não tem nada a ver com seus objetivos e gostos? É chato até pra sair do grupo.
  8. - cuidado com o que você compartilha no seu Whatsapp. Lembre-se que o celular do outro pode ser roubado e sua reputação pode ir pro lixo. Um print e já era!
  9. - seja o mais direto possível e evite aqueles textos gigantes. Ninguém tem muito tempo hoje em dia. Os textos longos somente quando forem bem necessários.
  10. - se a pessoa não respondeu, não mande áudio cobrando a resposta, nem envie mil sinais de interrogação cobrando resposta. Calma! Se for urgente, ligue., mas não seja incoveniente.
  11. - assim como no tradicional celular, aos chatos de plantão vale bloquear. Sou adepto em casos em que a pessoa fica de conversinha mole, ou é muito chata, insistente ou simplesmente empresa que fica me enviando dez mil imagens por dia querendo vender algo.

Se usarmos com moderação e respeito, tudo funcionará bem. A ferramenta é ótima, depende de quem usa."


[Nota do blog]

Eu acrescentaria mais uma dúzia de dicas, mas acho que a principal é a questão do bom senso, de perceber o quanto está sendo anti-social quando está em um daqueles raros momentos entre amigos ou em casal ou com seu filho ou com um cliente (o qualquer outra pessoa) e dá preferência ao seu celular, seja para whatsapp ou facebook ou qualquer outra rede social, indicando que, se a(s) pessoa(s) querem receber a sua atenção, deverão fazê-lo através do aparelho, ou simplesmente indica que essas pessoas que estão na sua presença são sem importância ou desinteressantes.

Hoje em dia é muito fácil discutir com uma pessoa usando os mensageiros instantâneos, falar o que quer e simplesmente bloqueá-la, sem dar sequer a oportunidade de um pedido de desculpas ou de uma explicação.

Tá faltando mais abraço (ou beijo) de desculpas, olhar de sinceridade, sorriso de "te perdôo". É coisa rara o olho-no-olho, o toque da pele, o "conhecer aquele olhar" (pq as pessoas não querem nem se ver!) .. não se conhece mais os amigos e parentes pela voz, pois só digitam (e nem pela letra, diga-se de passagem)

O texto fala da etiqueta no uso do whatsapp, mas vale refletir também sobre o nosso comportamento em relação às pessoas e principalmente sobre a relação entre as pessoas, pois a ferramenta que foi criada para aproximar as pessoas, na prática, está sendo utilizada para manter as pessoas cada vez mais distantes umas das outras.


Uber Rush: o serviço de entregas VIP do Uber


A Uber confirmou nesta quarta-feira, 14, um dos principais rumores sobre a companhia que vinham sendo veiculados nos últimos meses: o Uber Rush, um serviço que permite que o usuário realize compras pela internet e as receba em questão de minutos.

No início de setembro começaram a surgir indicações de que a companhia criaria um serviço de entregas, mas acreditava-se que ele estaria disponível apenas para lojas de luxo.

Para solicitar o recurso, é preciso que a loja tenha aderido ao serviço, usando uma plataforma de compras compatível, como o Shopify e o ChowNow. Por enquanto, a novidade está disponível em Chicago, Nova York e São Francisco, nos Estados Unidos.

Veja como funciona:


Fonte: Olhar Digital

Salário mínimo no Brasil deveria ser de R$ 3.240,27, segundo Dieese

O salário mínimo para sustentar uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 3.240,27, 4,11 vezes mais do que o válido atualmente, de R$ 788. Essa é a estimativa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) para setembro.

O departamento divulga mensalmente o valor necessário para o salário mínimo, que é calculado com base na cesta básica mais cara entre as 18 capitais pesquisadas. Em setembro, o maior valor foi registrado em Porto Alegre (R$ 385,70).

Segundo o Dieese, o salário mínimo deve atender as necessidades básicas do trabalhador e de sua família, como estabelecido na Constituição: moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social.

A diferença entre o salário mínimo real e o necessário caiu de agosto para setembro. No mês anterior, o ideal é que ele fosse de R$ 3.258,16, 4,13 vezes a mais.

Em setembro do ano passado, quando o mínimo era de R$ 724, o ideal é que ele fosse de R$ 2.862,73, 3,95 vezes mais.

(Com Agência Brasil)

[Endeavor] 8 coisas que você não sabia sobre as empresas que mais crescem no país


Veja um estudo inédito sobre Scale-ups lançado pela Endeavor e Neoway, que traz algumas conclusões que desmistificam as empresas que mais crescem no país.

Um ano atrás a Endeavor escreveu um artigo com os 8 mitos e verdades do empreendedorismo no Brasil. Entre as verdades, a triste realidade do nosso país: “poucas empresas brasileiras crescem de verdade”. Você sabia, por exemplo, que apenas 1% das empresas no Brasil crescem pelo menos 20% ao ano, por três anos seguidos? São as chamadas Scale-ups, que mesmo sendo pouquíssimas, têm um impacto gigante na economia, sendo responsáveis por quase 60% dos novos empregos! A importância dessas empresas é tanta que, enquanto uma empresa “normal” contrata em média 0,34 funcionário por ano, uma Scale-up gera 31 novos empregos. São 100 vezes mais! 100 vezes!!!

Se você não sabia disso, vai ficar ainda mais surpreso com as descobertas de um estudo inédito, lançado pela Endeavor e Neoway, uma empresa especialista em Big Data. Juntas, as duas organizações fizeram milhões de cruzamentos e criaram o estudo “Scale-ups no Brasil”.

Aqui, trazemos as principais características das empresas que mais crescem no Brasil:

1. Scale-ups são empresas grandes enquanto pequenas

Sabe aquela história de que todo mundo um dia foi pequeno? Pois é, com as empresas acontece a mesma coisa. As Scale-ups são justamente as empresas que estão mudando de faixa, se tornando grandes – só 8% delas têm mais de 250 funcionários. Os outros 92% das Scale-ups são pequenos e médios negócios (PMEs), que estão só começando!

2. Scale-ups não são start-ups

A idade média de uma Scale-up é de 14 anos. Ou mais impactante ainda: mais de 90% das empresas com crescimento acelerado têm mais de 5 anos de história! Ou seja, se você está começando um negócio agora, sonhe grande, mas saiba que vai precisar trabalhar muito para chegar lá, e possivelmente até demore um pouco.

3. Existem Scale-ups do Oiapoque (AP) ao Chui (RS), literalmente

Mais da metade do total de municípios brasileiros é sede de Scale-ups (2.806 cidades), inclusive o Oiapoque (AP) e o Chui (RS). Além disso, quase 60% dessas empresas estão em cidades com menos de 500 mil habitantes. Ou seja, antes de se mudar para uma grande cidade achando que só isso vai transformar a sua empresa, pense se não é mais importante criar um produto ou serviço melhor, que tenha clientes em todo o país, do Oiapoque ao Chui.

4. O Mark Zuckerberg é exceção

Histórias como a dele, que largou a faculdade (Harvard, é bom lembrar) e aos 23 anos criou uma empresa bilionária, são a exceção da exceção. Os jovens de até 28 anos representam apenas 5,5% dos empreendedores à frente de Scale-ups no Brasil. A idade média de um empreendedor de alto crescimento, na verdade, é muito mais alta: 47 anos.

5. Ter patente não é garantia de crescimento

A grande maioria das Scale-ups brasileiras também não depende de patentes para crescer: só 139 delas têm essa proteção, menos de 0,27% do total. Mais do que isso, esse tipo de diferencial no Brasil é coisa de gente grande. Dos mais de 16 milhões de CNPJs do país, só 2.264 têm patentes (0,01% do total!), sendo que, em média, essas empresas têm 1.326 funcionários, quase 100 vezes mais que a média geral.

6. Homens ainda são a maioria

Seis em cada dez dos empreendedores brasileiros são homens. Nas Scale-ups, essa relação é ainda maior: quase 70% dos líderes das empresas que mais crescem são homens. Isso não significa que mulheres não tenham capacidade de criar empresas de alto impacto, prova disso é que existem milhares delas!

7. Você também não precisa criar um aplicativo ou e-commerce para crescer

As Scale-ups estão distribuí das em todos os setores da economia. A indústria digital, ao contrário do que muitos acreditam, concentra apenas 1% de todas as Scale-ups do Brasil. Quem lidera a lista é o varejo (20% do total), seguido da indústria da construção civil (13%). Apesar disso, quando olhamos para a densidade de Scale-ups por setor, a indústria digital sobe para 3º lugar (com 18% de Scale-ups dentro do setor), logo atrás de serviços administrativos (19%) e construção civil (22%), setor com a maior proporção.

8. Ter com quem compartilhar o sonho ajuda a crescer

Um dos maiores desafios dos empreendedores é a falta de alguém para dividir as dores e vitórias do dia a dia. Sócios se ajudam justamente nisso. E assim, levam o negócio mais longe. Prova disso é que o número de sócios de uma empresa no Brasil é, em média, 1,18, e, quando olhamos para Scale-ups, esse número sobe para 2,32 sócios por empresa, praticamente o dobro.

Além de todas essas características, Scale-ups são, acima de tudo, empresas em que os empreendedores botam a barriga no balcão, trabalhando todos os dias para alcançar um sonho grande.

Com as suas empresas, eles querem fazer a diferença em um mercado, em uma cidade, para o Brasil. E estão fazendo!