Urgência ou prioridade?

Identificar o que deve ser feito primeiro é fundamental para gerenciar bem as tarefas do dia a dia

Há momentos em que parece que a gente não vai dar conta. A agenda está repleta de compromissos, o celular sinaliza compromissos agendados e a caixa está repleta de mensagens que pedem mais demandas. Com tanto trabalho, é até normal se perder e não saber nem por onde começar. Por isso ter calma e organizar-se são os primeiros passos para manter a produtividade e conseguir administrar o tempo.

A palestrante Meiry Kamia, psicóloga e mestre em Administração de Empresas, destaca que muita gente sente dificuldade em gerenciar múltiplas tarefas ao longo do expediente porque temos uma forte tendência em confundir prioridade com urgência. Segundo a especialista, isso faz com que percamos tempo resolvendo questões que não são tão importantes para o resultado final do trabalho e deixemos em segundo plano o que realmente é prioritário. "Assim, temos a impressão de que estamos sempre 'apagando incêndios' e a sensação de que o tempo nunca é suficiente", resume.

Prioridade x Urgência

Identificar o que deve ser feito primeiro é importante para poder ter um dia mais produtivo. Uma tarefa urgente, por exemplo, é aquela que é de extrema importância para ser realizada e a prioritária é a que tem impacto no resultado do trabalho. Meiry faz uma comparação: "se tivermos caixas na frente de uma porta, atrapalhando a passagem das pessoas, retirá-las é urgente porque elas estão atrapalhando, mas não é prioritário porque não afeta diretamente o trabalho final", exemplifica. E há tarefas que têm ambas as características: são urgentes e prioritárias, como a entrega de um relatório ao cliente até o fim do expediente.

Para saber se as tarefas são realmente urgentes e prioritárias, Meiry indica levarmos em consideração três critérios:

1) Prazo de entrega: se o tempo de execução é curto, a tarefa se torna urgente.

2) Resultado: pondere o quanto a tarefa vai impactar o resultado final.

3) Equação de Pareto: esse princípio diz que 20% do que realizamos traz 80% de resultado e 80% das atividades trazem só 20% de resultado. "Aplique essa equação em suas atividades e veja quais são as que trazem o maior resultado para definir as tarefas prioritárias", ensina Meiry Kamia.



Quem te irrita, te domina.

Você tem aquelas pessoas que mais lhe tiram do sério, seja um amigo, mãe, tio, namorado (a)? Quem quer que seja, sempre temos alguém que sabe apertar a ferida e nos fazer sair do sério. Porém, você já percebeu que normalmente essas são as pessoas que mais conseguem que façamos coisas que não queremos? 

Em outras palavras, essas pessoas têm grande influência sobre as nossas decisões. Mas por que isso acontece? 

A explicação é simples, mas o funcionamento nem tanto. Quando alguém sabe como provocar você, falar verdades ou até mentiras que lhe tirem do sério, essa pessoa está tirando sua concentração e fluxo sanguíneo da parte racional e levando quase toda a sua energia para a parte emocional. O que quer dizer que você fica mais reativo e suscetível aos seus impulsos, o que significa ter menos controle. 

Se você não está completamente no comando das suas decisões, fica mais fácil para a pessoa do outro lado conseguir indicar ou provocar-lhe as atitudes mais adequadas a ela. Ou seja, você virou quase que uma marionete. 

De uma forma mais simples: quem te irrita, te domina

A questão é se preparar melhor para conversar com essas pessoas, procurar pontos que elas podem explorar e como lidar com elas. Evitar embates duros para que a outra pessoa não o veja como adversário na discussão, mas como alguém que está procurando uma solução em conjunto, assim ela poderá utilizar menos artifícios que lhe tirem da sua base emocional.

Não tenha medo e principalmente vergonha de pedir licença para ir ao banheiro ou pegar uma água, pois esse tempo estratégico para respirar pode ser fundamental para evitar decisões das quais você vai se arrepender. 

Por fim, tenha sempre em mente o seguinte: “no momento que você perde o seu controle com alguém, essa pessoa aumenta consideravelmente as chances de poder lhe manipular.”


Fonte: Administradores.com.br
Autor: Professor Alex Born  

Alex Born é professor e pesquisador neurocientista, escritor, consultor, palestrante e conferencista, Administrador de Empresas pela UNICEP e Educador Físico pela FESC/UFSCAR, com ênfase em Gestão de Pessoas, Marketing e Comportamento Humano com M.B.A em Gestão Estratégica de Empresas, TOP PRESENTER em atividades físicas pelas maiores e mais consagradas instituições educacionais mundiais, Master Certified/ K. Universität, (Deutschland), Top Leader/ SportMuhle (Germany), Certified at World School of MKT (USA). Considerado o “Pai do Neuromarketing no Brasil” e um dos maiores especialista em neurociências, comportamento humano e estratégias em todo o mundo. Presença constante nos maiores eventos empresariais do país, realizou trabalhos em mais de 22 países, chegando a ser considerado um dos dez mais conceituados profissionais em Fitness e Wellness de todo o mundo e 8º colocado no Gym Teachers World Ranking. Diretor do GIECH: Grupo Internacional de Estudos do Comportamento Humano e da A.N.D.S [Agência Nacional de Desenvolvimento Sustentável], é Sócio-Diretor da XBL Consultoria e Treinamentos. Autor de diversos livros e DVDs sobre neuromarketing, comunicação e comportamento humano.

Google faz parceria com Ford para desenvolver carros autônomos.


De acordo com informações do Yahoo, o Google e a Ford devem anunciar nas próximas semanas a parceria que resultará no desenvolvimento e produção de carros autônomos entre a empresa de tecnologia e a montadora. 

Ainda segundo o site, a parceria deve resultar em uma joint venture, que deve ser anunciada somente durante a CES 2016 (Consumer Electronics Show — feira de eletrônicos onde empresas de tecnologia apresentam ao público os seus produtos desenvolvidos para o ano). 

O contrato, segundo as fontes do Yahoo, diz que empresa de produção deve ser separada da Ford e todo o sistema tecnológico desenvolvido pelo Google não será exclusivo da montadora. Ou seja, o Google vai continuar investindo em carros próprios e em sistemas para outras marcas.

Com o negócio, o Google visa poupar alguns milhões com o desenvolvimento de uma montadora e a Ford, por sua vez, deve sair ganhando com a tecnologia já criada pela empresa norte-americana de tecnologia e internet.

[Financial Times] Visualização diária de vídeos no Snapchat triplica e vai a 6 bilhões.

O número de vídeos vistos por dia no Snapchat triplicou desde maio, para 6 bilhões, conforme o aplicativo de mensagens instantâneas diminui a distância do gigante de mídia social Facebook, de acordo com uma reportagem do Financial Times, que cita pessoas próximas à companhia.

O Financial Times disse que o Snapchat confirmou o número de 6 bilhões, mas se recusou a comentar mais.

O Facebook disse na semana passada que dobrou suas visualizações diárias de vídeos para 8 bilhões, contra 4 bilhões em abril, de acordo com a reportagem, que enfatiza que os grupos de redes sociais estão disputando os olhares dos usuários no segmento de vídeos, de acelerado crescimento.

O número de visualizações diárias de vídeos no Facebook é feito a partir das visualizações de desktop e de aparelhos móveis, enquanto no Snapchat ele é feito, exclusivamente, a partir de usuários de smartphones, segundo a reportagem.

O presidente-executivo do Snapchat, Evan Spiegel, disse em maio que a companhia planejava fazer uma oferta pública inicial de ações, mas não especificou quando ela aconteceria. Em 2013, a companhia recusou uma oferta de aquisição de 3 bilhões feita pelo Facebook.

Aumenta a confiança do empresário brasileiro de pequenas e médias empresas


Cresceu o Índice de Confiança do Empresário de Pequenos e Médios Negócios no Brasil para o 1º trimestre de 2016 ao atingir 58,9 pontos, de acordo com pesquisa elaborada pelo Centro de Pesquisas em Estratégia, com apoio do Santander. A alta de 6,9% no IC-PMN, quando comparado com 4º trimestre de 2015 (55,1 pontos), rompeu o ciclo de queda iniciado desde o último trimestre de 2014.

O crescimento registrado pelo índice segue-se a uma queda de 3,9% no 4º trimestre de 2015, quando o IC-PMN registrou o menor valor da série histórica. A recuperação, portanto, deve ser interpretada com cautela, explica o economista Gino Olivares, professor e pesquisador do Insper. “Após um quarto trimestre conturbado, o indicador estaria voltando aos níveis registrados nos trimestres anteriores, sinalizando estabilidade”, concluiu o professor Olivares.

A perspectiva econômica foi um dos principais responsáveis pelo aumento do índice, com 52,1 pontos, um crescimento de 14,3% sobre o 4º trimestre de 2015. Na avaliação por setor, o de serviços também contribuiu para melhora do IC-PMN, com 60 pontos e uma variação de 14%, em relação ao período anterior.

Na análise regional, no Nordeste os pequenos e médios empresários demonstraram mais otimismo em relação às demais localidades do país, com 62,5 pontos e um aumento de 9,6%, contra o 4º trimestre. O Sul foi a segunda região com maior confiança, com alta de 8,1% (59,1 pontos). A região Norte apresentou a menor variável, com crescimento de 1,1% (62 pontos) para este trimestre.

Os dados do IC-PMN foram obtidos por meio de entrevistas telefônicas com 1.410 pequenos e médios empresários de todo o país, dos setores da indústria, comércio e serviços. A margem de erro do índice é de 1,4% para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.


Fonte: INSPER



Sobre o projeto
Divulgado a cada trimestre, o Índice de Confiança do Empresário de Pequenos e Médios Negócios no Brasil (IC-PMN) tem o objetivo de captar a percepção deste segmento sobre a economia, seu ramo de atividade e seu próprio negócio para os três meses seguintes. Ele foi criado em 2008, em parceria com o Santander.
A cada edição do IC-PMN são entrevistados 1.200 empresários das cinco regiões do país e de três ramos de atividade (comércio, serviços e indústria).
Fazem parte da equipe responsável pelo IC-PMN os professores Danny Claro, coordenador do projeto, e Gino Olivares, responsável pela elaboração do índice.

Na contramão do progresso, justiça determina bloqueio do WhatsApp no Brasil por 48 horas

Foi emitida pela justiça uma determinação que ordena o bloqueio do WhatsApp no Brasil por 48 horas. As operadoras de telefonia afirmam que cumprirão a ordem a partir das 0h desta quinta-feira, 17.

A determinação, imposta por meio de uma medida cautelar, partiu da Justiça de São Paulo, e prevê multa em caso de descumprimento. O autor da ação é mantido sob sigilo, então não é possível determinar com certeza quem está por trás do processo.

No entanto, é possível especular. Há meses as operadoras reclamam do serviço prestado pelo WhatsApp, que atinge diretamente o negócio destas empresas, com a troca de mensagens substituindo o SMS e as chamadas de voz pela internet, que também competem com as chamadas telefônicas convencionais.

O presidente da Telefónica Brasil, Amos Genish, chegou a alegar durante o ano que aplicativo de mensagens de texto e voz WhatsApp está "trabalhando contra as leis brasileiras". O argumento de Genish é que o aplicativo se aproveita da clientela e da infraestrutura das operadoras de telecomunicações sem, no entanto, estar sujeito às leis regulatórias e aos encargos tributários sob os quais elas trabalham. "Não é admissível uma empresa prover serviço de voz sem licença do regulador, usando os números das demais operadoras e sem pagar impostos", disse.