EXECUÇÃO FISCAL: Seguro Garantia Judicial Vs Cauções Pecuniárias

Por  Elisabete Parejo



Você já se perguntou a diferença entre o Seguro Garantia Judicial e as Cauções Pecuniárias (ou depósitos em dinheiro), que são apresentados em juízo? 

Particularmente, tenho pensado muito sobre o tema, com o advento do Novo Código de Processo de Processo Civil, e a resistente inércia de atualização das normas regulamentadoras de aplicação do Seguro Garantia Judicial nos processos de execuções fiscais em relação à equiparação do Seguro Garantia Judicial (e também fianças bancárias, sejamos claros) a dinheiro.

Isto porque, assim como, há algum tempo atrás, a aplicação do Seguro Garantia Judicial em processos de execuções fiscais, careceu de um esforço jurídico especial de advogados, juristas e estudiosos do direito, por inicialmente não haver previsão legal expressa para sua admissão, resultando, com sucesso, a produção de normas que efetivamente regularizaram a sua admissão (como por exemplo, a PGFN 164/14 e de outas portarias estaduais que tem acompanhado este entendimento), a aplicação do Seguro Garantia Judicial em substituição de depósitos pecuniários em processos de execuções fiscais, e ainda que diante do impedimento anteriormente alegado no Artigo 151 Inc. II do CTN, merecerá os mesmos esforços, considerando a seguinte lógica:

1. Suspensão do Crédito Tributário – Conceito


O Pedido de suspensão de créditos tributários se dá por várias causas, incluindo-se as mais gravosas ao contribuinte, como nos casos em que este assume o débito (ou os efeitos do débito), nos casos dos parcelamentos administrativos fiscais, ou ainda, as situações em que o contribuinte exerce os seus direitos constitucionais do contraditório previstos na Constituição Federal, sendo essas causas legítimas e que, inicialmente ensejam, inclusive possíveis causas de cancelamento de tais débitos. Ou seja, situações em que este entende que não é devedor, ou pelo menos não é devedor do valor integral dos débitos fiscais a este imputados no procedimento administrativo do lançamento tributário. Nesse sentido, o Artigo 151 Inc. II do CTN, dispõe que a suspensão da exigibilidade do crédito tributário se dará pelas seguintes hipóteses:

“CAPÍTULO III
Suspensão do Crédito Tributário
Art. 151. Suspendem a exigibilidade do crédito tributário:
I – moratória;
II – o depósito do seu montante integral;
III – as reclamações e os recursos, nos termos das leis reguladoras do processo tributário administrativo;
IV – a concessão de medida liminar em mandado de segurança.
V – a concessão de medida liminar ou de tutela antecipada, em outras espécies de ação judicial;
VI – o parcelamento.
Parágrafo único. O disposto neste artigo não dispensa o cumprimento das obrigações assessórios dependentes da obrigação principal cujo crédito seja suspenso, ou dela conseqüentes.”

Ocorre que, embora não haja previsão expressa da aplicação do Seguro Garantia judicial para a substituição alternativa do Inciso II, entendo que este artigo, ainda, ou por ora, não acompanhou as atualizações dos entendimentos dos tribunais acerca do Seguro Garantia Judicial, como ferramenta financeira que atende, simultaneamente, às garantias de pagamento do órgão fiscal arrecadador, e os princípios protetores dos devedores contribuintes, no sentido de prover menor agressividade aos contribuintes em seus processos que defesa, os quais, não raras vezes, também podem requerer a nulidade ou cancelamento do débito fiscal. Não fossem somente estes princípios, temos ainda uma interpretação mais atualizada acerca do tratamento de executados e réus em juízo, como veremos no ponto a seguir.

2. O Novo Código de Processo Civil


Novo Código Civil adotou o entendimento de que o Seguro Garantia Judicial, desde que valor não inferior ao débito, e acrescido de 30%, é equiparável a ‘dinheiro’: 

“Art. 835. A penhora observará, preferencialmente, a seguinte ordem:
I – dinheiro, em espécie ou em depósito ou aplicação em instituição financeira;
(…).
§ 1o É prioritária a penhora em dinheiro, podendo o juiz, nas demais hipóteses, alterar a ordem prevista no caput de acordo com as circunstâncias do caso concreto.
§ 2o Para fins de substituição da penhora, equiparam-se a dinheiro a fiança bancária e o seguro garantia judicial, desde que em valor não inferior ao do débito constante da inicial, acrescido de trinta por cento.”

Embora os dispositivos acima, como regra geral, tratam apenas dos casos de penhora, observa-se que sua essencial função, que lhe atribui efeitos pecuniários e de segurança jurídica, em qualquer caso atende à presença dos princípios de maior efetividade do juízo, concomitantemente à menor onerosidade do devedor. Entretanto, questiono:

Não seriam, os fins e os efeitos da suspensão da execução provisória, os mesmos da suspensão da exigibilidade do crédito tributário, isto é, a concessão dos direitos de ampla defesa ou manifestação do executado/devedor/suposto devedor aliada à garantia do juízo (e no caso da execução fiscal, a garantia de pagamento do débito fiscal) e do cumprimento da sentença, a seu devido tempo, e após realizados todos os atos processuais cabíveis, de modo a evitar prejuízos irreparáveis às partes?

E acrescentamos, para os casos específicos de execuções fiscais:

Sendo possível, inclusive, que o devedor possa, futuramente, parcelar seus débitos fiscais, se houver indeferimento de seu pedido de causa, mantendo-se a dívida fiscal e, em muitos casos, apresentar o Seguro Garantia na modalidade Parcelamento Administrativo Fiscal para garantir o seu parcelamento, muito mais será esse merecedor de utilizar o Seguro Garantia Judicial para a substituição de valores depositados em juízo na fase em que o débito fiscal em si seja discutido.

3. Conclusão


Por esta razão, entendo que são cabíveis medidas recursais, em sede de execução fiscal, com pedidos liminares, se for o caso, que venham arguir pela reflexão do juízo acerca do acolhimento para o entendimento de que, Seguro Garantia Judicial, em valor correspondente a 130%, de qualquer valor em fase de discussão em juízo, e para qualquer tipo de processo de execução, seja este cível, trabalhista, ou ainda, tributário, se equipare a dinheiro. 

E por fim, faz-se imprescindivelmente necessário trazer à memória, a constatação de que a própria admissão do Seguro Garantia em processos judiciais, representa o resultado VITORIOSO de advogados, juristas e pensadores do direito, que defenderam, por meio de muitas e muitas teses e recursos judiciais, a sua viabilidade, muitas dessas vitórias, ocorridas em períodos legislativos em que, sequer, o Seguro Garantia judicial era admitido no âmbito das execuções fiscais, por isso, acredito que um novo engajamento do mercado jurídico e de seguros, pela admissão do Seguro Garantia também para substituições pecuniárias, no âmbito fiscal, será muito bem-vindo!

(*) Elisabete Parejo é advogada, especialista em Seguro Garantia e Coordenadora dos Cursos de Seguro Garantia na PAREJO CONSULTORIA®. É também membro da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP) e colunista do Portal SeguroGarantia.Net

Garantia obrigatória poderá ser de 100% do valor do contrato



Os seguradores viram com ressalvas pelo menos um ponto do projeto de lei que torna obrigatória a contratação de seguro garantia de execução de contrato pelo tomador em favor do Poder Público, em todos os contratos públicos de obras e de fornecimento de bens ou de serviços cujo valor seja igual ou superior a R$ 10 milhões. Para muitos, a proposta apresentada pelo senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) foi inspirada pelo Governo, especialmente ao estabelecer a cobertura do seguro para a totalidade do valor do contrato e não apenas para, no máximo, 30%, como defende o setor privado.

Essa questão é tratada no Capítulo VI do projeto, que se refere aos “Limites de Cobertura”, o qual altera o art. 56, da Lei 8.666/93, que passa a vigorar com a seguinte redação: “Na contratação de obras, serviços e fornecimentos no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios com o valor global igual ou superior a R$ 10 milhões, a autoridade competente exigirá do vencedor do procedimento licitatório apresentação de seguro garantia de execução do contrato que cubra 100% do valor do contrato”.

FISCALIZAÇÃO. 

Outro ponto importante do projeto confere à seguradora amplos poderes de fiscalização da execução do contrato principal, tornando-a um terceiro interessado no correto adimplemento do contrato pelo tomador, sob pena de, em não fiscalizando corretamente o cumprimento do contrato, ver-se obrigada a indenizar o Estado ou assumir, diretamente ou por intermédio de terceiro, a execução do projeto.

A proposta exige a apresentação de projeto executivo adequado como condição à execução da apólice e, sobretudo, amplia o poder de ação imediato da seguradora após a comunicação do sinistro. Assim, embora o Estado continue fiscalizando o cumprimento do contrato por intermédio de seu corpo técnico próprio, o projeto cria um sistema que limita o diálogo entre os administradores públicos e as empresas privadas durante a execução do contrato, interpondo entre eles a figura da seguradora, na condição de principal interessada no correto adimplemento do contrato público. 
“O projeto visa, assim, a complementar, aprimorar e modernizar o regime de licitação pública de obras e fornecimentos, trazendo soluções que se mostraram adequadas em outros países, sem desnaturar o atual regime nacional de contratação pública, especialmente as regras previstas nas Leis 8.666/93 e 12.462/2011”, afirmou o senador.

JUSTIFICATIVA. 

Ao justificar a apresentação dessa proposta, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) argumentou que os constantes problemas de alterações de projetos, superfaturamentos, atrasos e abandonos de obras públicas demonstram a falta de proteção do Poder Público ao celebrar contratos com empresas privadas para a realização de obras ou fornecimento de bens ou serviços. “Esta situação torna ineficaz a gestão pública e favorece a ocorrência de atos de corrupção, com a consequente falta de amortização dos investimentos públicos que, assim, não conseguem propiciar o retorno esperado pela sociedade brasileira”, frisou.

Segundo ele, a falta de uma efetiva garantia da correta e tempestiva execução dos contratos públicos está diretamente relacionada com a inadequação da legislação nacional aplicável às licitações e aos contratos celebrados pela Administração Pública. Daí a necessidade premente de uma legislação que, a exemplo do que ocorre na iniciativa privada, garanta o resultado esperado pelo Poder Público ao contratar obras e fornecimentos.

Ele acentuou ainda que a experiência internacional, principalmente com o Miller Act norte-americano e algumas legislações europeias, demonstra que a contratação pública somente tem eficiência, previsibilidade e segurança de amortização do investimento público, com a adoção de um sistema abrangente de seguro garantia que assegure o fiel cumprimento das obrigações assumidas pelas empresas privadas ao contratar com o Estado.

É exatamente nessa linha que o projeto de lei apresentado pelo senador visa a regulamentar a obrigatoriedade de contratação de seguro garantia em contratos públicos com valor global igual ou superior a R$ 10 milhões de reais.

Fonte: segurogarantia.net

O esclarecimento da SEEL sobre o pagamento de R$21mil ao Lyoto Machida pra conduzir a tocha olímpica em Belém

No dia do revezamento da tocha em Belém surgiu nas redes sociais o print do Portal da Transparência que gerou polêmica! Trata-se do empenho feito, no valor de R$21.000,00, em favor do atleta Lyoto Machida, como auxílio para que o mesmo conduzisse a tocha no Pará.





A Secretaria de Estado de Esporte e Lazer se pronunciou:


A Secretaria de Esporte e Lazer (Seel), por meio da Assessoria de Imprensa, informa que, o lutador Lyoto Machida, que participou na manhã desta quarta-feira, 15, como primeiro condutor da Tocha Olímpica em Belém, veio como convidado especial do Governo do Estado e, por conseguinte, recebeu ajuda de custo para se deslocar de Los Angeles (EUA) até a capital paraense. A secretária Renilce Nicodemos lamenta que alguns internautas estejam criticando a ação, considerada legal, tanto que está publicada no Portal da Transparência para consulta popular.
Lyoto Machida é referência internacional e considerado um dos melhores lutadores de MMA do mundo. Além disso, Machida sempre elevou o nome do Estado do Pará. A maior prova disso, foi a recepção calorosa e carinhosa com que foi recebido pelas centenas de crianças que participaram da festa realizada no Mangueirão.
A Seel também aproveita para esclarecer que os demais condutores da Tocha Olímpica foram selecionados pelos patrocinadores oficiais (Nissan - Coca-Cola e Bradesco) que fizeram promoções pela internet. Outros nomes também foram lembrados pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) por ações em defesa da cidadania, artes, esporte e lazer. O Governo do Estado optou por convidar Lyoto Machida por motivos já esclarecidos acima, afinal, a Tocha Olímpica é uma festa de celebração na qual estão reunidos famosos e não famosos com o sentido de festejar a união do povo brasileiro.

Selma Amaral
Gerente de Comunicação da Seel
jornalista profissional - DRT-PA 850

Reportagem da GAZETA ON LINE sobre os gastos das prefeituras em cidades pelo Brasil e a desistência de algumas cidades mineiras.



Prefeituras detalham gastos com sinalização, montagem de palcos e pessoal durante a passagem da tocha pelo Brasil
O espírito olímpico toma conta de centenas de cidades brasileiras durante a passagem da tocha. Milhares de moradores param suas atividades para apreciar a passagem de um dos mais importantes símbolos olímpicos. Por outro lado, sediar a passagem da tocha requer uma estrutura de segurança, sinalização viária, alteração no trânsito, além de atrações culturais em alguns municípios. Diante disso, quanto custa para uma cidade seriar a passagem do fogo olímpico?
De acordo com dados apurados pelo GAZETA ONLINE, os valores variam conforme a cidade. Em Cachoeiro de Itapemirim, onde a tocha passou nesta segunda-feira (16), a prefeitura informou que desembolsou R$ 40 mil em poda de árvores, serviços de conservação, nova pintura em determinados trechos e atrações culturais.
Em Guarapari, onde a tocha passou nesta terça-feira (17) o investimento direto e indireto informado pela prefeitura é de R$ 100 mil, e engloba a instalação de palcos para atividades culturais, banheiros químicos, poda de árvores, serviço de tapa-buraco em ruas e avenidas, equipes de apoio, entre outros serviços.
As cidades também informaram que alguns custos são compartilhados com os organizadores e patrocinadores do evento.
Em Vila Velha, o custo aos cofres públicos é de R$ 13 mil para a passagem da tocha nesta terça (17). A prefeitura não detalhou os serviços que tiveram de ser feitos para abrigar o evento.
A capital Vitória informou que R$ 240 mil foram destinados pelo Ministério da Cultura para a realização dos shows na cidade. O município, por sua vez, vai arcar com um investimento entre R$ 10 mil e R$ 15 mil para serviços variados.
Outras cidades do Espírito Santo, como Colatina e São Mateus, alegam que não terão custos para sediar a passagem da tocha, já que contam com o auxílio de voluntários e não precisarão realizar adequações para abrigar o evento.
Já Linhares informou que vai desembolsar cerca de R$ 15 mil com a instalação do palco que será montado próximo ao Fórum e a sonorização, exigências do comitê olímpico.
Aracruz, por sua vez, informou que os custos serão de R$ 14.500 com instalação de palco, separador de público, impressões de folhetos, camisas da organização e voluntários, fitas zebradas e estrutura de som.
Cidades mineiras desistiram
O custo para sediar o evento olímpico fez com que algumas cidades de Minas Gerais desistissem de participar no início do mês. Ipatinga, Gouveia e Betim alegaram não ter dinheiro para bancar os gastos. A prefeitura de Betim informou que teria de desembolsar R$ 180 mil para participar do evento.
Pelo Brasil
Em Brasília, a primeira cidade a receber a tocha olímpica e onde foram realizados grandes shows, o custo para o Governo do Distrito Federal chegou a R$ 4,3 milhões, sendo R$ 3,8 milhões desembolsados pelo governo do Distrito Federal e o restante pago pelo Governo Federal. A estrutura envolveu milhares de policiais e melhorias viárias, além da estrutura para as atrações culturais na Esplanada dos Ministérios. A passagem da tocha por Brasília durou 12 horas.
Em diversas cidades consultadas, o custo informado pelas prefeituras gira em torno de R$ 20 mil.
Custo da tocha por condutor é de R$ 1985
O valor aproximado da tocha para cada condutor é de R$ 1.985. A princípio, esse custo deveria ser arcado pelos próprios condutores convidados pelos patrocinadores da passagem da tocha pelas cidades brasileiras. No entanto, após uma campanha nas redes sociais, os três principais patrocinadores (que têm direito de indicar condutores) chegaram ao consenso de que iriam "presentear" os condutores com o pagamento desse valor. Ao final do percurso, cada condutor tem a opção de comprar a tocha para levar para casa.
Ao todo, 12 mil pessoas vão conduzir a chama olímpica pelo Brasil nos próximos 95 dias, o que representa um valor total de R$ 23,8 milhões. Os patrocinadores têm direito de indicar cerca de 6 mil condutores.

Não bastando o dólar estar caro... o Governo resolveu aumentar o imposto na compra de moeda estrangeira!


O Governo aumentou o IOF na compra de moeda estrangeira de 0,38% pra 1,1%!
Um aumento de 189,474% na alíquota....
Isso significa que, para cada U$1,00 que você comprar, você pagará o valor da cotação da moeda (atualmente está na casa dos R$3,74) acrescido de 1,1! Desta forma, se você comprar U$1.000,00 hoje, você paga R$3.781,14, em vez dos R$3.754,21 de ontem!

A maioria das pessoas não tem noção do impacto desse aumento! Como as alíquotas de alguns impostos variam de acordo com o produto, fica praticamente impossível calcular quanto se paga de imposto para cada produto e também pela falta de costume de, ao menos, observar no cupom o quanto é pago de imposto para cada produto comprado.

Mas, gostaria que imaginassem a seguinte situação... você compra 10 ovos de galinha por R$4,00 - aqui no Pará, o ICMS tem alíquota de 17%..., então você paga R$3,42 de produto + R$0,58 de imposto...
...Então o Governo precisa cobrir os rombos dos gastos que fez de forma irresponsável e resolve aumentar a imposto em 189,474%... Emoticon wink
Você passaria a pagar, pelos mesmos 10 ovos, o total de R$ 5,10 (teoricamente, continuando pagando os mesmos R$3,42 pelo produto, mas pagando agora 1,68 de ICMS!) ... ou, pelos mesmos R$4,00, você poderia comprar apenas 7 ovos!
Agora imagina que sua família toda tenha um consumo de 1.000 ovos por dia.... todos os dias!

Algumas observações sobre o assunto:
  • Há 14 anos atrás, o ovo era vendido a R$0,10 (valor já acrescido de impostos);
  • O Governo aponta a necessidade de aumentar a arrecadação (para cobrir os rombos de gastos irresponsáveis) como argumento para o aumento, mas infelizmente é sabido que, sempre que há aumento de impostos, o aumento efetivo é da sonegação, neste caso, as pessoas que queiram comprar dólares buscarão "vias alternativas" para burlar o pagamento de imposto! (não estou fazendo apologia à sonegação, apenas citando fatos concretos)
  • Na sexta-feira (29/04) o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq anuncia a interrupção da seleção de projetos de pesquisas por falta de verba... no mesmo dia, o Governo Federal publica a MP 722, que abriu crédito extraordinário de R$ 180 milhões, sendo R$ 100 milhões destinados para a Presidência gastar com comunicação institucional e com publicidade de utilidade pública e R$ 80 milhões para o Ministério do Esporte. para gastar com infraestrutura das Olimpíadas do RJ... e no Domingo a Presidente anuncia o aumento de 9% no benefício do programa Bolsa-Família.

[Webinar] Sebrae promove seminário on-line gratuito para esclarecer e informar sobre MEI - Micro Empresário Individual



Para celebrar a Semana do Microempreendedor Individual, que está acontecendo nesta semana, o Sebrae/SC está promovendo gratuitamente um seminário online transmitido via web (webinar).

Será amanhã, dia 03/05 às 19h00 ao vivo, e o tema será “Microempreendedor Individual (MEI) – Começando pequeno e pensando grande”.

O Seminário contará com a participação de especialistas do Sebrae, onde será discutido como se tornar um MEI, abordar sobre este regime de tributação, e diversas dicas e informações de como começar pequeno e crescer.

Ineressados em paticipar deverão fazer sua inscrição através do endereço:

Detalhes do seminário:

Tema: Microempreendedor Individual (MEI) – Começando pequeno e pensando grande.
Convidados: Carlos Eduardo Santiago, gestor nacional do Sebrae, Helena Maria Chagas, consultora em empreendedorismo, Grégori Roberto Motta, da empresa Idea Soluções Inteligentes, Fernanda Sant’Ana Furtado, da empresa Turma da Pulga (Vencedora Prêmio Sebrae Mulher de Negócios – Categoria MEI – 2015).
Dia: terça-feira (03/05)
Horário: 19h00, com 1 hora de duração

#Mercado - Confira o ranking dos 50 modelos de carros mais vendidos em março/2016

As vendas de carros novos caíram 22,23% em março em relação ao mesmo mês do ano passado, chegando a 147.655 unidades emplacadas.

Reflexo da crise econômica brasileira, a queda no acumulado do ano foi ainda maior, de 26,42%.

O levantamento da Fenabrave, no entanto, traz um ponto positivo. As vendas subiram 20,30% em relação ao mês anterior, fevereiro.

Segundo o ranking, o Ônix foi o carro mais popular do mês, superando 12 mil unidades vendidas. É um dos poucos modelos que viu os números crescerem: as vendas subiram quase 28% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Dona do carro mais vendido, a montadora General Motors mantém a liderança em participação de mercado, com 16,76% das vendas. Volkswagen e Hyundai aparecem logo em seguida, com 12,45% e 11,36% do mercado automobilístico, respectivamente.

Confira:




Mantendo a posição de favorito para fechar 2016 como o modelo mais vendido do Brasil, o Chevrolet Onix emplacou 12.192 unidades em março e abriu quase duas mil unidades de vantagem sobre o Hyundai HB20 (10.475). No acumulado do 1º trimestre, a diferença já supera oito mil unidades.



Repetindo a terceira colocação de fevereiro, o Ford Ka assegurou 7.224 novas unidades nas ruas. A surpresa ficou por conta do Honda HR-V (6.059), que subiu da sexta para a quarta posição, sua melhor colocação desde o lançamento.



Também repetindo a quinta colocação do mês anterior, o Toyota Corolla (5.984) foi novamente o sedã nº 1 na preferência do mercado, à frente do Chevrolet Prisma (5.411), sexto. Em seu primeiro mês após a reestilização, o VW Gol saiu da décima para a sétima posição, com 5.296 emplacamentos.



À frente do Jeep Renegade (4.284), o Fiat Palio, único modelo da marca italiana no top 10, caiu da quarta para a nova posição no seu pior mês desde 2002 (a Fenabrave não disponibiliza informações anteriores a este ano).



Destaques para o bom desempenho do Chevrolet Cobalt (2.488), para o Versa (1.978) como o Nissan mais vendido, para o Toyota Hilux SW4 (1.295) vendendo mais do que o Ford Fiesta (1.281) e para o novo recorde de vendas do Peugeot 2008 (1.044).



A Fiat Strada, com 5.357, foi novamente a campeã entre os comerciais leves, mas desta vez com a Toyota Hilux (3.442) como rival mais próxima. Em seu primeiro mês cheio, a Fiat Toro (3.080) deixou a VW Saveiro (3.040) para trás e assumiu o terceiro posto.



Confira agora os 50 modelos mais vendidos em cada segmento.



Fonte: Fenabrave

iPhone está perdendo espaço nos principais mercados do mundo



O iPhone está perdendo sua quota de mercado nos principais mercados de smartphones do mundo, segundo mostra o mais recente relatório divulgado pela empresa de pesquisa de mercado Kantar. De acordo com os números divulgados, o iOS cedendo espaço para o Android nos Estados Unidos, Europa e China. Apesar das perdas não serem tão significativas, elas mostram que a Apple realmente está com dificuldades para manter a expansão de seu principal produto, o novo iPhone 6s.

O relatório da Kantar baseia-se em dados obtidos nos três últimos meses encerrados em fevereiro deste ano. Ele revela que o mercado chinês representou uma das maiores perdas de quota do sistema móvel da Maçã, com uma queda de participação de 3,2 pontos percentuais. Ainda na China, o Android subiu 3,4 pontos, para 76,4% de participação. O novo lançamento da empresa, o iPhone SE, pode ajudar a melhorar os números na China, tendo em vista que os dispositivos premium representam apenas uma pequena parte do mercado local de smartphones.

Nos cinco maiores mercados da Europa, que incluem Alemanha, Reino Unido, Espanha, Itália e França, a participação do iPhone caiu 1,8%. Neles, o Windows Phone perdeu uma quantia considerável de 4,2%, enquanto o Android conquistou impressionantes 6,7 pontos percentuais.


Nos Estados Unidos, o iPhone perdeu 0,5% comparado aos meses de 2015. Os dados mostram que as vendas de iPhones representaram 38,3% de todas as vendas de smartphones nos Estados Unidos durante o período analisado. O Windows Phone, da Microsoft, perdeu 2,2%, enquanto o Android ganhou 3,3% e é responsável por 58,9% das vendas de smartphones no país.

Como conclusão, o relatório da Kantar mostra que o Android está aumentando sua participação nos principais mercados consumidores de smartphone do mundo. Enquanto isso, tanto a Apple como a Microsoft têm encontrado dificuldades para expandirem as vendas de seus aparelhos e ampliar o alcance de seus sistemas operacionais. No gráfico interativo abaixo é possível verificar a participação dos principais sistemas operacionais em diversos países.

De olho nas malas - Anac propõe o fim da franquia de bagagens.

A proposta da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) de acabar, gradualmente, com a franquia de bagagem despachada nos voos domésticos será tema de audiência pública no Senado. A Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) aprovou, na quarta-feira (16), requerimento para ouvir representantes do órgão regulador sobre essa e outras propostas de mudanças nas regras de direitos dos passageiros.

#Notas do blog:
01- O primeiro ponto a esclarecer é que, atualmente, as companhias aéreas são obrigadas por lei a oferecerem as franquias de bagagem. Então, todo o voo doméstico (nacional) é garantido ao passageiro levar uma mala de até 23Kg, já para o vôo internacional, que saia do Brasil, é garantido ao passageiro levar até duas malas de 32 kg cada, exceto para países da América do Sul, que permitem apenas uma mala de até 20 kg.
02- Além da bagagem despachada, o passageiro tem direito a levar consigo uma bolsa, mala ou mochila com pertences pessoais e itens de valor, como dinheiro, aparelhos eletrônicos, remédios, etc. É a chamada bagagem de mão. Na hora do check-in, essa bagagem pode ser pesada ou medida pela companhia, conforme os limites estabelecidos pela lei. Os limites da bagagem de mão são definidos por critérios de segurança para atender ao peso máximo de decolagem do avião e ações preventivas de segurança a bordo. Em voos domésticos, a bagagem não pode ser maior que 115 cm (considerando altura + comprimento + largura) e o peso máximo é de 5 kg. 

De acordo com a proposta da Anac, submetida a consulta pública, as empresas não serão mais obrigadas a oferecer uma franquia de bagagem para os voos domésticos, que hoje é de 23 quilos. A partir do segundo ano de publicação da norma (2018), as companhias poderão estabelecer livremente sua política sobre bagagem, inclusive cobrar pelos volumes despachados de acordo com o mercado.

No caso da bagagem de mão, a franquia, que é hoje de cinco quilos no máximo, passaria a ser de dez quilos, de forma imediata.

Já para os voos internacionais, a franquia, que hoje é de dois volumes de 32 quilos, passará a ser de dois volumes de 23 quilos, a partir da vigência da resolução. Um ano após a publicação do regulamento, a franquia será de um volume de 23 quilos. Do segundo ano de publicação da norma em diante, haverá a desregulamentação total para as franquias de bagagem, que passarão a ser estabelecidas livremente pelas empresas.

A Anac apresentou ainda outras propostas de mudança nas Condições Gerais de Transporte (CGT), como redução do prazo de reembolso quando houver cancelamento da passagem aérea e a compensação imediata por extravio de bagagem.

O debate, que ainda será agendado, foi proposto pelo presidente da CI, senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN).

Fonte: Agência Senado

O que vocês acham desta proposta? 
Deixem suas opiniões nos comentários!


 Simule e Contrate

Muito se fala de CRM hoje em dia. Mas o que significa exatamente?

CRM – Customer Relationship Management (ou Gestão do Relacionamento com o Cliente, em português) – é uma abordagem que coloca o cliente como principal foco dos processos de negócio, com o intuito de perceber e antecipar suas necessidades, para então atendê-los da melhor forma. (fonte: Wikipedia “Customer Relationship Management”)



Ok, você entendeu o conceito. Mas o que é CRM na verdade?


Na verdade, CRM em sua essência, é uma estratégia de negócio com o foco no cliente. Ou seja, as ações da empresa ficam voltadas para as necessidades dos clientes, ao invés dos próprios produtos. Engloba as áreas de marketing, vendas e serviços de atendimento.

Não confunda a estratégia com os sistemas de CRM (as soluções tecnológicas), que permitem a aplicação mais eficaz da estratégia de CRM. Para obter as informações, os sistemas são divididos em dois tipos (blocos): o de aquisição do conhecimento e o de interação.
Os sistemas de interação

Entre os sistemas de interação, por exemplo, estão os sistemas de automatização dos canais de atendimento (Call Center), sistemas de frente de caixa (PDV’s) e o Força de Vendas (SFA – Sales Force Automation). Para você entender melhor, os SFA’s (Força de Vendas) são aqueles usados pela equipe comercial, para acessar os produtos, registrar as vendas, agendar a entrega, etc.
Os sistemas de aquisição do conhecimento

Já os de aquisição do conhecimento, são aqueles usados para analisar os dados que foram coletados pelo Call Center, pelo frente de caixa, pelo Força de Vendas, enfim, dados de transações, como vendas realizadas e de relacionamento, como um atendimento feito através do SAC. Esses dados são processados e apresentados no formato de relatórios e gráficos para a tomada de decisões.

A empresa pode utilizá-lo para segmentar clientes, planejar campanhas e ficar por dentro dos processos de vendas e relacionamento. Quando são analisados os dados de atendimento, o pessoal têm acesso ao histórico de cada cliente, quais casos estão em andamento e quais foram finalizados, quem fez o último atendimento, se os clientes estão satisfeitos com os produtos / serviços oferecidos e a eficiência da equipe de suporte.

Aplicado nas vendas, é possível analisar a abrangência dos produtos / serviços nas áreas de atuação da empresa, fazer um gerenciamento territorial (qual local aceita melhor o produto), gerenciar os melhores contatos e oportunidades de negócio, melhorar as etapas de vendas e identificar vendas casadas. As vendas casadas são aquelas em que um produto pode ser vendido com outro complementar.

Um caso real no uso de sistemas de CRM


Provavelmente você já passou por algo parecido com isso: você está assistindo televisão normalmente, quando de repente o sinal cai. Com certeza essa é um situação nada agradável, mas acontece! Para melhorar o cenário, vou ilustrar a situação da forma mais positiva possível.

Para resolver o problema, primeiro você confere os cabos, vê se tudo está conectado corretamente e percebe que aparentemente o aparelho está funcionando. Como não encontrou nenhum problema, você liga na operadora de TV por assinatura para buscar a solução:

Atendente: MaisCanais, Diego Di boa tarde. Em que posso ajudá-lo?

Você: Boa tarde, estou sem o sinal da TV por assinatura.

Atendente: Ok, pode confirmar os dados por favor?

Nesse momento, você confirma seus dados e ele gera o tal número de atendimento:

Atendente: Pode anotar o número de atendimento, por favor? É 11002233.

Daí pra frente, o histórico do atendimento já é registrado no sistema de CRM deles. Sim sr., seu atendimento será utilizado (ou pelo menos, deveria) para que a operadora melhore os serviços prestados. Na vida real, geralmente você aguardaria mais uns 20 minutos na linha até conversar com um técnico. Mas vamos ser otimistas, pensando que isso demorou apenas 15 minutos…

Técnico: Os cabos estão conectados? Ok. Irei fazer uma análise em sua conexão.

Mais 10 minutos…

Técnico: Realmente havia um problema no sinal. Estará normalizado dentro de pouco tempo.

Bom, o serviço volta a funcionar normalmente e em alguns dias, o pessoal da operadora entra em contato. Dessa vez, para saber se você ficou satisfeito com o atendimento e o suporte técnico prestado. Esses dados junto ao histórico do atendimento, são armazenados em um banco de dados onde serão processados para que sejam feitas análises de perfis dos clientes, da eficiência do atendimento e até mesmo da qualidade do serviço oferecido (já que eles estão recebendo muitos casos de problemas no sinal).

Fonte: Agendor Blog
Escrito por
Gustavo Paulillo

#CrisePolítica - A vida imita a arte: abertura de House of Cards ganha versão brasileira


Diante dos acontecimentos recentes no Brasil, especialmente com a nomeação do ex-presidente Lula como ministro da Casa Civil, não demorou para que os fãs da série House of Cards encontrassem uma relação entre a política nacional e a trama da Netflix. 

Um vídeo que começou a circular na internet nesta quinta-feira brinca com a comparação ao exibir uma versão brasileira da abertura da série. Mas, em vez de cenas da cidade de Washington, o clipe mostra pontos de Brasília. Além disso, no lugar dos nomes de atores como Kevin Spacey, há uma lista dos parlamentares envolvidos em escândalos, como o próprio Lula, Delcídio do Amaral, Renan Calheiros e Eduardo Cunha. Os créditos ainda substituem as categorias de produtores e diretores pelas de construtoras (identificadas como OAS, Odebrecht, entre outras); de juiz (no caso, Sergio Moro); e de operação (Lava Jato).

Confiram o vídeo:


Fonte: Veja.com

#CrisePolítica - Conselho de Jovens Empresários do Pará - CONJOVE publica nota de posicionamento.

Nota de posicionamento do Conjove diante dos mais recentes acontecimentos políticos:

Publicado por Conjove Acp em Quinta, 17 de março de 2016

#SaveTheDate - Feirão do Imposto 2016 já tem data confirmada: 11/MAIO



A 14ª edição do Feirão do Imposto será realizada no dia 21 de maio de 2016, em mais de 100 cidades brasileiras. A divulgação da data foi feita no dia 1º de fevereiro pela Confederação Nacional dos Jovens Empresários (Conaje). Até 2015, a instituição realizava dois eventos por ano para alertar e conscientizar a população sobre a alta carga tributária que incide em produtos e serviços no Brasil – Dia de Respeito ao Contribuinte e da Liberdade de Impostos (DLI), sempre no mês de maio, e o Feirão do Imposto, em setembro. A partir deste ano, a proposta da Conaje é unir esforços na realização de apenas um evento (Feirão do Imposto) e, com isso, alcançar um maior número de pessoas, além de contribuir para a efetiva e transparente aplicação dos tributos em benefícios para a sociedade.

O projeto seguirá a mesma estrutura, com ações e atividades de conscientização como venda de combustíveis sem impostos, comercialização de itens da alimentação sem tributos, exposição de produtos com e sem valor de impostos, sorteio do direito de compra de carros, motos e eletrodomésticos sem a incidência de tributos, corridas, happy hour sem impostos, instalação de impostômetro etc. Segundo o presidente da Conaje, Fernando Milagre, a meta também é aumentar o número de atividades e envolver novos parceiros no projeto para revelar ao público qual é a realidade do sistema tributário brasileiro e o impacto na vida de cada pessoa.

Conscientização

No ano passado, o Feirão do Imposto teve venda de gasolina, remédios e produtos sem impostos, corrida contra os tributos, carro guinchado nas alturas, exposição de itens com os valores sem e com a carga tributária e instalação de impostômetro em locais de grande circulação de pessoas. Em Bagé (RS), um VW Golf foi pendurado em um guindaste, com a indicação do valor que o veículo custaria sem a incidência de impostos. A faixa informava o preço com impostos – R$ 82.790,00 -, e o valor do veículo sem a carga tributária, que seria de R$ 40.018,00 (uma diferença de R$ 42.772,00, o que daria para comprar outro veículo da mesma marca). Entre os impostos que incidem no veículo estão PIS, Confins, IPI e ICMS. Em São Paulo (SP), na sede da Federação da Indústria do Estado (Fiesp), na Avenida Paulista, foram expostos produtos para revelar os impostos que integram o preço de itens como água mineral (37%) e shampoo (44%).

Já na cidade de Vila Velha (ES), quem visitou o Shopping Vila Velha pode comprar produtos sem a tributação, em uma loja montada no local. A mesma ação ocorreu em Palmas (TO), onde vários produtos foram comercializados sem a carga tributária. Em Marabá (PA), houve ações sociais, como doação de sangue, e venda de gasolina, cerveja e até retroescavadeiras e piscina sem impostos.

Feirão do Imposto

O projeto Feirão do Imposto foi criado em 2003, na cidade de Joinville (SC) pelo Núcleo de Jovens Empresários da Associação Empresarial de Joinville (ACIJ), que mobilizou a sociedade civil joinvilense para informar e, sobretudo, educar a população a respeito do quanto se paga em impostos. A partir dessa mobilização, o Feirão se tornou uma ação nacional, desenvolvida anualmente pela Conaje para conscientizar se quanto se paga em impostos e acompanhar a destinação dos tributos.

Ficha técnica

14ª edição do Feirão do Imposto
Data: 21 de maio de 2016
Local: Mais de 100 cidades brasileiras
Facebook: Conaje
Instagram: Conajeoficial
Twitter: @conaje
#Conaje #conajeoficial #empreendedorjovem #FeiraodoImposto2016

Anonymous declara guerra contra Donald Trump e ameaça sabotar sua campanha




Nesta segunda-feira (14), o grupo ativista Anonymous publicou um vídeo em seu canal do YouTube em que convoca hackers de todo o mundo a se unirem contra a candidatura de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos. No vídeo, a pessoa não identificada utilizando a característica máscara do Guy Fawkes, usada pelo grupo, e voz alterada por computador ameaça “desmantelar a campanha” política do candidato com a promessa de derrubar seus websites e hotsites em larga escala. Em dezembro do ano passado, o grupo anunciou oficialmente o início da guerra contra Trump após ele ter dito que os muçulmanos deveriam ser banidos dos Estados Unidos.

O vídeo também promove a hashtag #OpTrump (abreviação de “Operação Trump”), pedindo para que qualquer pessoa usuária da internet divulgue o vídeo e a hashtag em seus perfis e canais, difundindo a mensagem. 

Confira a transcrição do vídeo na íntegra, em tradução livre: 

“Caro Donald Trump, nós o estamos observando há bastante tempo e o que vemos é profundamente perturbador. Sua inconsistente campanha de ódio não somente chocou os Estados Unidos da América como também chocou todo o planeta com suas péssimas ações e ideias. Você diz o que sua audiência deseja ouvir, mas na verdade você não representa nada exceto sua ganância e poder.
Nós precisamos de vocês [demais hackers espectadores do vídeo] para derrubar seus websites, para pesquisar e expor o que ele não deseja que o público saiba. Nós precisamos desmantelar sua campanha e sabotar sua marca. Nós estamos encorajando toda pessoa capaz com um computador a participar dessa operação. Isso não é um aviso, isso é uma declaração de guerra total. Donald Trump - é tarde demais para esperar por nós”. 

Em uma outra mensagem, o grupo Anonymous listou uma quantidade de websites já escolhidos como alvos iniciais, incluindo o domínio www.trump.com. A lista também divulga dados que supostamente pertencem ao político, como o número do seguro social, número de telefone pessoal e os contatos de seu agente e advogado.






Fonte: Cana Tech - http://canaltech.com.br/noticia/hacker/anonymous-declara-guerra-contra-donald-trump-e-ameaca-sabotar-sua-campanha-59915/

[Belém] Decreto municipal inclui Food Truck na categoria de comércio de alimentos em vias e áreas públicas.



Após aproximação com o setor e a realização de parceria com o Sebrae/PA para estimular os empreendedores de comida de rua, a Prefeitura de Belém acaba de regulamentar os chamados Food Trucks, tendência que ganha espaço na capital paraense. O decreto nº 85.056/16, publicado no dia 1º de março, no Diário Oficial do Município, ordena a operação da atividade nos espaços públicos de Belém.

O Food Truck foi incluído na categoria de comércio de alimentos em vias e áreas públicas, prevista na Lei Municipal nº 7.055/77, que dispõe sobre o Código de Posturas e disciplina os locais, horários de estacionamento e licenciamento dos veículos de venda de alimentos, que serão fiscalizados pela Secretaria Municipal de Economia (Secon).

Segundo o presidente da Associação de Comidas de Rua, Food Trucks e Trailers da Região Metropolitana (Ascor), Antônio Carlos de Oliveira, “esse decreto significa o reconhecimento da categoria e vai nos ajudar na organização dos circuitos que fazemos nos locais públicos, como nas praças Brasil, Batista Campos, Horto Municipal e Ver-o-Rio”.

De acordo com a legislação, os veículos automotores deverão estar licenciados pelo Departamento de Trânsito do Pará (Detran-PA) e devidamente cadastrados na Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob). Poderão ser comercializados nas vagas de estacionamentos autorizadas pela Prefeitura de Belém, alimentos preparados e produtos alimentícios industrializados prontos para consumo, obedecendo a legislação exigida pela vigilância sanitária.

“Entendemos a importância desse setor para o desenvolvimento da economia, turismo e gastronomia local. Por isso, a regularização desses trabalhadores vai permitir maior contribuição por parte da Prefeitura de Belém para trabalhar ao lado da categoria, no que se refere à permissão de uso dos espaços públicos, mapeamento das atividades e participação das ações”, avaliou o secretário municipal de Economia, Fábio Lucas Moreira.

LEGALIZAÇÃO - O primeiro passo para a execução do decreto será a formação da Comissão de Acompanhamento (Comac) – constituída pelas secretarias municipais de Economia, Saúde, Meio Ambiente, Saneamento, Urbanismo, além da Semob – a qual será dirigida pela Secon.

Posteriormente, a Comac procederá a realização de estudos para a fiscalização dos pontos de atuação, horários de funcionamento e números de vagas de estacionamento para os Food Trucks. “Após essas definições, a Comissão fará o Chamamento Público para que os interessados em ter o veículo legalizado apresentem propostas à secretaria de Economia”, completou o titular da Secon.


Texto: Roberta Corrêa
Foto: Alessandra Serrão - NID/Comus / Neldson Neves
Secretaria Municipal de Economia (SECON)

Você conhece o perfil dos taxistas brasileiros?



A Confederação Nacional do Transporte divulgou sua primeira Pesquisa CNT de Perfil dos Taxistas, com informações gerais sobre o profissional e a atividade. Foram entrevistados 1.001 taxistas nas principais regiões metropolitanas de 12 Unidades da Federação.

A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 14 de novembro de 2015 em locais de grande fluxo de taxistas, como regiões centrais, aeroportos, estações rodoviárias, de metrôs e de trens urbanos. Os taxistas responderam questões sobre saúde, rotina de trabalho, segurança e concorrência com o Uber, entre outros assuntos.

A maioria (94,9%) acredita que houve diminuição na demanda por seus serviços no ano passado. Para 43%, o motivo foi a crise econômica do país e 30,3% consideram que a causa seja consequência do transporte clandestino/ilegal. Mais de dois terços (72%) são taxistas há mais de cinco anos e 93,9% possuem veículos com até seis anos de uso. A maior parte (45,7%) concluiu o ensino médio.

Entre os pontos positivos citados em relação à profissão, 62,3% alegam ter autonomia para definir o horário de trabalho e 40,7% gostam da flexibilidade da jornada. Mas 74,6% consideram a profissão perigosa e 51,4%, desgastante. Ao comentar sobre os riscos, 28,5% disseram ter sido vítimas de assalto pelo menos uma vez nos últimos dois anos.

Os taxistas comentaram o que pensam sobre o aplicativo Uber. Entre os 92,1% que já ouviram falar desse serviço de transporte de passageiros, 72,0% disseram ser contra a legalização. 59,9% consideram a possibilidade de oferecer um serviço diferenciado em seu táxi para torná-lo mais vantajoso na concorrência com o Uber. Nas cidades onde o Uber opera (Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo), 68,6% dos taxistas perceberam impacto negativo em sua atividade devido a esse serviço, pois houve diminuição de passageiros.

A renda mensal líquida dos entrevistados é de R$ 2.675,42, e eles afirmaram gastar, em média, mais de R$ 1.300 por mês com combustível. Ao relatar os entraves da profissão, a burocracia para obter a permissão é apontada por 41,7% como o principal problema para se tornar taxista e 57,8% defendem a maior fiscalização ao transporte clandestino/ilegal.

CONCLUSÃO


A pesquisa mostra pontos positivos da profissão de taxista, como a autonomia de definir o horário de trabalho, a flexibilidade para essa escolha, a estabilidade e a rentabilidade financeira. Entretanto, para o presidente da CNT, Clésio Andrade, há alguns pontos negativos que precisam de soluções urgentes. Mais de um quarto dos taxistas já sofreram assalto pelo menos uma vez nos últimos dois anos. A competição com o Uber também preocupa a categoria, que já percebe a redução do número de passageiros.

Outro problema identificado é a situação da economia, pois a maior parte observou queda de demanda em 2015 devido à crise econômica. Além desses problemas, também foram apontados o impacto do alto preço do combustível na atividade e o excesso de burocracia para obter a permissão para exercer a profissão.



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Fonte: Agência CNT de Notícias

[Notícia] SEBRAE se reúne com confederações para discutir novas regras do ICMS


O Sebrae promove nesta terça-feira (19) reunião com as entidades ligadas ao comércio para discutir e propor alterações nas regras de cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A reunião acontecerá às 10h, no escritório do Sebrae Nacional em São Paulo, localizado na Avenida Paulista (Ed. Ouroinvest, nº 1728, 3º andar). As propostas apresentadas serão levadas para a reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), na quarta-feira (20), no Ministério da Fazenda, em Brasília.

Desde o início do ano, o contribuinte passou a ser responsável pelo cálculo da diferença entre as alíquotas cobradas no estado de origem e na unidade de destino do produto. A medida também obriga o empresário a se cadastrar no fisco do estado para o qual está vendendo, ou seja, o empresário terá que se registrar em até 27 secretarias de fazenda diferentes. A decisão afeta diretamente todas as empresas incluídas no Simples Nacional que fazem operações interestaduais.

O presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, ressalta que essa medida burocratiza e aumenta o custo das micro e pequenas empresas e que os empreendedores podem contar com a ajuda da instituição para reverter essa determinação. “O Sebrae está disposto a apoiar as sugestões e possíveis ações na Justiça que visem a acabar com essa determinação, que é um retrocesso no processo de desburocratização e de diminuição da carga tributária que temos conseguido implementar no Brasil desde a criação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa”, afirma.

As novas regras valem para todas as atividades, mas os donos de pequenos negócios que atuam no e-commerce estão entre os principais prejudicados. “Isso pode inviabilizar milhões de pequenos negócios que vendem seus produtos para outros estados e pode levar essas empresas a fecharem as portas”, destaca Afif .

Fonte: Revista PEGN

Defina seu objetivo, estabeleça suas metas!


Quer chegar lá? Estabeleça metas inteligentes!



O aumento da profissionalização de pequenas e médias empresas tem sua grande parcela de contribuição para o aumento na sua taxa de sobrevivência em até dois anos após sua criação. Um estudo detalhado do Sebrae em 2013 mostrou que essa taxa de sobrevivência média em até dois anos cresceu de 73,6% para 75,6% no universo de empresas criadas em 2007. Todos os números relativos ao empreendedorismo no Brasil têm sido mais animadores com tendências de alta.

É certo que houve um contexto favorável no âmbito dos negócios, no que diz respeito à legislação para PME’s e aspectos da economia nos últimos 10 anos, porém o próprio Sebrae declara haver uma importante evolução das características dos próprios empreendedores que buscam uma maior preparação para gerir empresas.

Um tópico fundamental para criar um plano viável de negócios é conseguir ser o mais assertivo possível em suas METAS, e, dessa forma, prever os possíveis cenários. Com previsões de maior qualidade e assertividade, muitos empresários poderiam repensar a sua entrada no mercado e estratégias de sobrevivência.

No que tange a metas, hoje nós trazemos mais uma ferramenta para aumentar a profissionalização da sua empresa, e consequentemente suas chances de sucesso: o método S.M.A.R.T.. Essa simples ferramenta para criar metas é uma espécie de checklist, por meio do qual você verifica se cada uma das metas tem essas premissas atendidas:

Vamos então detalhar cada uma dessas letras que compõem a sigla SMART.




O S corresponde a specific ou específica. Quer dizer que sua meta obrigatoriamente tem que ter especificidade naquilo que se quer atingir, com números e dados. Exemplo: aumentar vendas anuais em 20%. Ou, ainda, atingir faturamento médio mensal de R$ 100.000. Outro exemplo: reduzir despesas operacionais em 10%. Jamais poderemos escrever metas de forma ampla como “crescer em vendas”. A falta de números específicos, que estejam formalmente escritos e compartilhados com os colaboradores, impede que se tracem planos também específicos para o tamanho do desafio em questão e, consequentemente, as metas não serão mensuradas e atingidas.

O M vem de measurable ou mensurável. Isso quer dizer que, para toda meta escrita, é preciso determinar o indicador pelo qual iremos verificar sua evolução todos os meses e também a fonte oficial de medição deste indicador. Retornando ao exemplo de vendas: o indicador seria o valor real de faturamento apurado todos os meses, cuja fonte deve ser o sistema que a empresa utiliza para faturar seus produtos ou serviços.

O A corresponde a achievable ou attainable, que significa atingível ou alcançável. Significa dizer que metas precisam ser ousadas, porém dentro de uma realidade possível. Do contrário, isso vai provocar desmotivação e desistência precoce entre a equipe. Para estabelecer metas de vendas, por exemplo, não se pode arbitrariamente definir uma meta de dobrar ou triplicar de um ano para o outro se o mercado não acompanha esse crescimento. Essa análise deve ser feita pelo acompanhamento do próprio histórico de crescimento de vendas da empresa nos últimos anos e análise de crescimento do seu mercado e concorrentes, além de dados da economia, de forma bem customizada para cada tipo de negócio.

O R vem de relevant ou relevante, o que significa que cada meta precisa ser realmente importante para o objetivo coletivo da empresa. As metas desdobradas para cada pessoa nos mais variados níveis precisam de alguma forma colaborar na mesma direção dos objetivos estratégicos, cada um dentro do seu escopo de trabalho. Imagine por exemplo como estabelecer uma meta para o estagiário que no fim das contas será importante para atingir a meta de vendas da empresa. Ele poderia ter como meta a entrega de uma relatório mensal de visitas à concorrência, onde preenche uma série de itens que servirão de base para a equipe de vendas implementar melhorias na sua atuação.

E por fim, o T de time ou tempo, quer dizer que toda meta precisa de um prazo definido. Não podem existir metas com datas em aberto, do contrário elas serão sempre despriorizadas dentro da rotina de trabalho.

A utilização do método SMART é uma forma simples e acessível de gerenciar metas e pessoas. 

"O que não pode ser medido, não pode ser melhorado.

Algo que já foi bastante testado em estudos de liderança e gestão é que pessoas, quando estão sendo medidas, são mais eficientes em seus resultados. Portanto, não espere mais para colocar em prática o hábito de estabelecer acompanhar as metas todos os meses. E o melhor é que esse método serve igualmente para organizar e atingir as suas metas pessoais, aumentando suas chances de sucesso não apenas no âmbito profissional, mas também em equilíbrio com o seus sonhos de vida.


Fonte: MarketingMinds.com.br

A melhor hora é agora! Mude.


Tome uma atitude! A vida começa onde termina a sua ZONA DE CONFORTO.



Zona de conforto mesmo quando é ruim é aconchegante e sedutora! Mas esse conforto pode estar impedindo você de alcançar seus objetivos profissionais e pessoais. Este artigo aborda o que é zona de conforto, como funciona e dá dicas para sair dessa armadilha.

Afinal, o que é zona de conforto?


De acordo com os preceitos da psicologia, zona de conforto são ações e pensamentos que temos no modo piloto automático, isto é, eles já se tornaram tão confortáveis que não causam nenhum tipo de sensação ruim como medo, ansiedade ou riscos. Ao repetir esses comportamentos nosso consciente nos transporta automaticamente para um lugar dentro de nós onde sentimos segurança física e emocional. É uma zona de “não risco”. Pode ser um comportamento negativo, mas pelo fato de já o conhecermos nos dá a falsa sensação de controle e conforto.

Podemos comparar a zona de conforto com o útero da nossa mãe. Durante o tempo que estivemos lá não sentimos medo, dor, frio, calor e tivemos todas as nossas necessidades básicas garantidas. Alguns estudiosos dizem que a zona de conforto nos remete ao útero materno.

Mas essa “proteção” nos impede de crescer. Já pensou que se tivéssemos ficado no útero materno mais do que 42 semanas não teríamos história para contar. E mesmo que quiséssemos ficar, a natureza teria nos empurrado para fora. Essa é a primeira zona de conforto da qual aprendemos a sair.

Então já sabemos o caminho da saída, a rota de fuga. Agora precisamos identificar, planejar como sair e saber o que pode ser feito depois.

1º. Passo – Identificar

O que pode ser considerado uma zona de conforto?

  • Ficar acomodado em uma atividade profissional que não faz você vibrar e acordar todas as manhãs cheio de energia realizadora;
  • Visão estreita - Falta de motivação para empreender ou se aperfeiçoar na sua área de trabalho;
  • Não inovar - Cultivar hábitos que não permitem que você experimente coisas novas;
  • Cultivar pensamentos desestimulantes – “não vai dar certo”, “é tarde demais para isso”, “não consigo”, “não tenho jeito para aquilo”;
  • Automatismo - Trabalhar com base em “receitas de bolo” e tratar as demandas com padrões pré-estabelecidos;
  • Apatia – acomodar-se em crenças limitantes e usá-las como desculpa para não tomar atitudes;
  • Fobia social - almoçar sempre nos mesmos lugares, com os mesmos colegas e fazer sempre as mesmas coisas.

Segundo o escritor e médico escocês A. J. Cronin, no livro Quem Mexeu no Meu Queijo "A vida não é um corredor reto e tranquilo que nós percorremos livres e sem empecilhos, mas um labirinto de passagens, pelas quais nós devemos procurar nosso caminho, perdidos e confusos, de vez em quando presos em um beco sem saída".

Por isso, não tenha medo de novidades e desafios. Um novo formato de trabalho pode ser bem estimulante.

2º passo – Cair na real

Causas mais frequentes que nos faz permanecer na zona de conforto
  • Preguiça;
  • Falta de energia, apatia, depressão, falta de motivação;
  • Receio de enfrentar os próprios medos - medo do desconhecido, dos riscos, das incertezas, do que pode acontecer, de perder o controle ou do que os outros vão pensar sobre nós;
  • Acreditar que precisamos de algo “seguro” para mudar – fazer um pé de meia, ter um novo companheiro(a), terminar a faculdade;
  • Soberba - quando ele não sente necessidade de aprender nada ou de aprimorar-se, por achar-se pronto, “brilhante” e perfeito (“síndrome do copo cheio”);
  • Miopia - quando não se têm claros os impactos e as consequências de algumas atitudes e comportamentos em nossas vidas, no médio e longo prazos.

3º. Passo – Sair


Rota de fuga. Como sair dessa?

Sair da zona de conforto significa que precisamos operar uma significativa mudança interior. É um processo de transição que inicia com a negação da situação, passando pela resistência às mudanças, aceitação da necessidade de mudar e, finalmente, a aceitação do compromisso consigo próprio.

A tarefa não é nada simples pois envolve crenças, memórias, sentimentos e emoções profundas. A mudança verdadeira somente acontece quando determinamos o fim de uma fase, de um processo ou de algo que tínhamos como seguro ou certo – como um emprego que não nos serve mais, por exemplo.

Por que sair da zona de conforto?

As fronteiras criadas pela zona de conforto (que nós mesmos criamos) representam uma barreira psicológica que nos impede de encarar novos desafios e melhorar a nossa qualidade de vida.

É como se existisse uma voz dentro da nossa cabeça que dissesse: “É perigoso”, “Pense bem”, “Depois não vai dar pra voltar”, “Você já tentou antes e não deu certo” e a pior delas “Você não é capaz”!!! Estamos dominados pela auto sabotagem e precisamos de uma boa estratégia para nos livrar dela.

Dicas para sair da zona de conforto

  1. A primeira coisa é mudar totalmente nosso modo de pensar;
  2. Encare seus medos (citei acima no item 3 do 2º passo);
  3. Aceite quando as coisas não saírem do seu jeito, e elas dificilmente sairão, mas deixe para lá;
  4. Curta o desconhecido – sinta-se excitado por não saber o que vai acontecer depois. É uma mistura de expectativa e ansiedade que, ao mesmo tempo, faz seu coração vibrar;
  5. Faça alguma coisa que você nunca fez antes - aprenda a tocar um instrumento musical, um novo idioma, escreva um blog, faça parte de alguma comunidade, escreva um livro, pratique uma atividade física ou um hobby;
  6. Coloque um novo projeto em ação - desenvolva sua capacidade de iniciativa;
  7. Posicione-se – em rodas de conversas dê a sua opinião, fale o que você pensa e sente;
  8. Saia da sua rotina até mesmo nos detalhes – ouça estilos musicais que nunca ouviu, durante os trajetos observe as pessoas e paisagens.

De acordo com Phil Stutz e Barry Michels “a suposta finalidade da Zona de Conforto é manter sua vida segura, mas o que realmente faz é manter sua vida limitada”.

Os autores do “O Método” - entre os mais vendidos do New York Times - desenvolveram 5 ferramentas que impulsionam as pessoas a agir e a transformar, de forma eficaz, obstáculos em oportunidades e assim encontrar coragem, disciplina, auto expressão, lucidez para lidar com seus sentimentos e criatividade. São elas:

1ª. A Inversão do Desejo ajuda o indivíduo a sair da zona de conforto, de maneira a encarar a experiência da dor e superá-la

2ª. O Amor Ativo é usada quando a raiva aprisiona uma pessoa no que denominam labirinto de negatividade. Envolve a criação e a transmissão de amor como resposta

3ª. A Autoridade Interior faz com que se abrace a sombra interior, libertando o eu natural em vez de enclausurá-lo em insegurança. Quando se está tomado de preocupações, ansiedade e negatividade

4ª. O Fluxo do Agradecimento mantém cada um no momento presente, conectando o indivíduo à força positiva fundamental do universo

5ª. O Risco fornece a força de vontade para que o indivíduo não se desvie do caminho

Acredite que ao sair da zona de conforto podemos realizar coisas incríveis. É possível ficar completamente satisfeito com o trabalho, com a saúde, com a companhia, com os amigos, enfim, com a vida.

Ao sair da zona de conforto você vai pensar: “Como pude ficar lá tanto tempo? Tudo depende de você!

Termino com uma frase do gênio da tecnologia, Bill Gates:
"Tente uma, duas, três vezes e se possível tente a quarta, a quinta e quantas vezes for necessário. Só não desista nas primeiras tentativas, a persistência é a amiga da conquista. Se você quer chegar onde a maioria não chega, faça aquilo que a maioria não faz”


Autor: Catarina Pierangeli - jornalista pós-graduada (lato sensu) em Gestão da Comunicação em Mídias Digitais com mais de 25 anos de atuação no mundo corporativo e algumas passagens pela grande imprensa. Atualmente é consultora e diretora executiva na dmelo comunicação convergente onde alia a experiência adquirida na comunicação integrada à comunicação digital profissional para empresas e pessoas. É produtora de conteúdo on e off-line, para o Canal LinkedIn Pulse, Superstorm e Clic daNotícia. 
Contato: catarina@dmelocomunicacao.com.br

Prática do "Se pagar à vista, tem desconto" é ilegal!


O que levou todo mundo a achar que a legislação do consumidor necessariamente é melhor para ele? Vou provar, agora, que no caso da proibição na diferença de preços em meios de pagamento distintos, o CDC PIORA a situação do consumidor. A questão é discutida faz tempo. Alguns interpretam o CDC dizendo que ele proíbe que se cobre preço menor para pagamento à vista. E acham que isso é bom pro consumidor… É que eles tratam o “desconto” à vista como “aumento” no preço de cartão. A reportagem abaixo comete esse erro.

Deixa eu explicar. NENHUM comerciante quer perder dinheiro. NENHUM comerciante quer perder clientes. Mas ele tem custos. E custa caro manter a venda com cartões. Principalmente para o pequeno comerciante. Então, nada mais justo que ele possa oferecer preço diferenciado para quem pague em dinheiro. Com isso, ele está BAIXANDO o preço pro consumidor e, assim, melhorando sua situação.

O problema é que muitos acham que o preço decorre de um valor objetivo e que o lucro do comerciante seria garantido… Não é assim. Nem toda margem que o comerciante coloca num produto se converterá em lucro no final. Então se, para agradar o cliente, ele oferece um desconto para pagamento em dinheiro, garanto que ele está trabalhando no limite. O limite entre manter o cliente e perder a venda. Mais, não se pode ignorar que quando o cliente compra com cartão, ele também está “comprando” o pagamento com cartão!

No mais, preço é resultado de um acordo livre. Se o cliente quiser pagar menos para evitar o custo com cartão, ele pode ESCOLHER. E mais! Se o cliente achar que essa prática é ofensiva, ele pode comprar em outro lugar! Isso, claro, num mercado livre.

Assim, proibir desconto é simples controle de preço. Viola a liberdade econômica e, portanto, piora a situação do consumidor. Mas tem quem ganhe. Quem? As operadoras de cartão de crédito.

Elas, que cobram muito mais caro para os pequenos lojistas, ganham, pois a proibição do desconto impede o consumidor de escolher o pagamento menos custoso e praticamente impõe o uso do cartão! As grandes redes não dão desconto, já percebeu? Dividem em 12 vezes e se você oferecer pagar à vista, eles preferem no cartão. Sabe por quê? Porque elas têm tarifas muito baixas, se comparadas às tarifas cobradas de pequenos comerciantes.

Publicado originalmente no Instituto Liberal