[Notícia] SEBRAE se reúne com confederações para discutir novas regras do ICMS


O Sebrae promove nesta terça-feira (19) reunião com as entidades ligadas ao comércio para discutir e propor alterações nas regras de cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A reunião acontecerá às 10h, no escritório do Sebrae Nacional em São Paulo, localizado na Avenida Paulista (Ed. Ouroinvest, nº 1728, 3º andar). As propostas apresentadas serão levadas para a reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), na quarta-feira (20), no Ministério da Fazenda, em Brasília.

Desde o início do ano, o contribuinte passou a ser responsável pelo cálculo da diferença entre as alíquotas cobradas no estado de origem e na unidade de destino do produto. A medida também obriga o empresário a se cadastrar no fisco do estado para o qual está vendendo, ou seja, o empresário terá que se registrar em até 27 secretarias de fazenda diferentes. A decisão afeta diretamente todas as empresas incluídas no Simples Nacional que fazem operações interestaduais.

O presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, ressalta que essa medida burocratiza e aumenta o custo das micro e pequenas empresas e que os empreendedores podem contar com a ajuda da instituição para reverter essa determinação. “O Sebrae está disposto a apoiar as sugestões e possíveis ações na Justiça que visem a acabar com essa determinação, que é um retrocesso no processo de desburocratização e de diminuição da carga tributária que temos conseguido implementar no Brasil desde a criação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa”, afirma.

As novas regras valem para todas as atividades, mas os donos de pequenos negócios que atuam no e-commerce estão entre os principais prejudicados. “Isso pode inviabilizar milhões de pequenos negócios que vendem seus produtos para outros estados e pode levar essas empresas a fecharem as portas”, destaca Afif .

Fonte: Revista PEGN

Defina seu objetivo, estabeleça suas metas!


Quer chegar lá? Estabeleça metas inteligentes!



O aumento da profissionalização de pequenas e médias empresas tem sua grande parcela de contribuição para o aumento na sua taxa de sobrevivência em até dois anos após sua criação. Um estudo detalhado do Sebrae em 2013 mostrou que essa taxa de sobrevivência média em até dois anos cresceu de 73,6% para 75,6% no universo de empresas criadas em 2007. Todos os números relativos ao empreendedorismo no Brasil têm sido mais animadores com tendências de alta.

É certo que houve um contexto favorável no âmbito dos negócios, no que diz respeito à legislação para PME’s e aspectos da economia nos últimos 10 anos, porém o próprio Sebrae declara haver uma importante evolução das características dos próprios empreendedores que buscam uma maior preparação para gerir empresas.

Um tópico fundamental para criar um plano viável de negócios é conseguir ser o mais assertivo possível em suas METAS, e, dessa forma, prever os possíveis cenários. Com previsões de maior qualidade e assertividade, muitos empresários poderiam repensar a sua entrada no mercado e estratégias de sobrevivência.

No que tange a metas, hoje nós trazemos mais uma ferramenta para aumentar a profissionalização da sua empresa, e consequentemente suas chances de sucesso: o método S.M.A.R.T.. Essa simples ferramenta para criar metas é uma espécie de checklist, por meio do qual você verifica se cada uma das metas tem essas premissas atendidas:

Vamos então detalhar cada uma dessas letras que compõem a sigla SMART.




O S corresponde a specific ou específica. Quer dizer que sua meta obrigatoriamente tem que ter especificidade naquilo que se quer atingir, com números e dados. Exemplo: aumentar vendas anuais em 20%. Ou, ainda, atingir faturamento médio mensal de R$ 100.000. Outro exemplo: reduzir despesas operacionais em 10%. Jamais poderemos escrever metas de forma ampla como “crescer em vendas”. A falta de números específicos, que estejam formalmente escritos e compartilhados com os colaboradores, impede que se tracem planos também específicos para o tamanho do desafio em questão e, consequentemente, as metas não serão mensuradas e atingidas.

O M vem de measurable ou mensurável. Isso quer dizer que, para toda meta escrita, é preciso determinar o indicador pelo qual iremos verificar sua evolução todos os meses e também a fonte oficial de medição deste indicador. Retornando ao exemplo de vendas: o indicador seria o valor real de faturamento apurado todos os meses, cuja fonte deve ser o sistema que a empresa utiliza para faturar seus produtos ou serviços.

O A corresponde a achievable ou attainable, que significa atingível ou alcançável. Significa dizer que metas precisam ser ousadas, porém dentro de uma realidade possível. Do contrário, isso vai provocar desmotivação e desistência precoce entre a equipe. Para estabelecer metas de vendas, por exemplo, não se pode arbitrariamente definir uma meta de dobrar ou triplicar de um ano para o outro se o mercado não acompanha esse crescimento. Essa análise deve ser feita pelo acompanhamento do próprio histórico de crescimento de vendas da empresa nos últimos anos e análise de crescimento do seu mercado e concorrentes, além de dados da economia, de forma bem customizada para cada tipo de negócio.

O R vem de relevant ou relevante, o que significa que cada meta precisa ser realmente importante para o objetivo coletivo da empresa. As metas desdobradas para cada pessoa nos mais variados níveis precisam de alguma forma colaborar na mesma direção dos objetivos estratégicos, cada um dentro do seu escopo de trabalho. Imagine por exemplo como estabelecer uma meta para o estagiário que no fim das contas será importante para atingir a meta de vendas da empresa. Ele poderia ter como meta a entrega de uma relatório mensal de visitas à concorrência, onde preenche uma série de itens que servirão de base para a equipe de vendas implementar melhorias na sua atuação.

E por fim, o T de time ou tempo, quer dizer que toda meta precisa de um prazo definido. Não podem existir metas com datas em aberto, do contrário elas serão sempre despriorizadas dentro da rotina de trabalho.

A utilização do método SMART é uma forma simples e acessível de gerenciar metas e pessoas. 

"O que não pode ser medido, não pode ser melhorado.

Algo que já foi bastante testado em estudos de liderança e gestão é que pessoas, quando estão sendo medidas, são mais eficientes em seus resultados. Portanto, não espere mais para colocar em prática o hábito de estabelecer acompanhar as metas todos os meses. E o melhor é que esse método serve igualmente para organizar e atingir as suas metas pessoais, aumentando suas chances de sucesso não apenas no âmbito profissional, mas também em equilíbrio com o seus sonhos de vida.


Fonte: MarketingMinds.com.br

A melhor hora é agora! Mude.


Tome uma atitude! A vida começa onde termina a sua ZONA DE CONFORTO.



Zona de conforto mesmo quando é ruim é aconchegante e sedutora! Mas esse conforto pode estar impedindo você de alcançar seus objetivos profissionais e pessoais. Este artigo aborda o que é zona de conforto, como funciona e dá dicas para sair dessa armadilha.

Afinal, o que é zona de conforto?


De acordo com os preceitos da psicologia, zona de conforto são ações e pensamentos que temos no modo piloto automático, isto é, eles já se tornaram tão confortáveis que não causam nenhum tipo de sensação ruim como medo, ansiedade ou riscos. Ao repetir esses comportamentos nosso consciente nos transporta automaticamente para um lugar dentro de nós onde sentimos segurança física e emocional. É uma zona de “não risco”. Pode ser um comportamento negativo, mas pelo fato de já o conhecermos nos dá a falsa sensação de controle e conforto.

Podemos comparar a zona de conforto com o útero da nossa mãe. Durante o tempo que estivemos lá não sentimos medo, dor, frio, calor e tivemos todas as nossas necessidades básicas garantidas. Alguns estudiosos dizem que a zona de conforto nos remete ao útero materno.

Mas essa “proteção” nos impede de crescer. Já pensou que se tivéssemos ficado no útero materno mais do que 42 semanas não teríamos história para contar. E mesmo que quiséssemos ficar, a natureza teria nos empurrado para fora. Essa é a primeira zona de conforto da qual aprendemos a sair.

Então já sabemos o caminho da saída, a rota de fuga. Agora precisamos identificar, planejar como sair e saber o que pode ser feito depois.

1º. Passo – Identificar

O que pode ser considerado uma zona de conforto?

  • Ficar acomodado em uma atividade profissional que não faz você vibrar e acordar todas as manhãs cheio de energia realizadora;
  • Visão estreita - Falta de motivação para empreender ou se aperfeiçoar na sua área de trabalho;
  • Não inovar - Cultivar hábitos que não permitem que você experimente coisas novas;
  • Cultivar pensamentos desestimulantes – “não vai dar certo”, “é tarde demais para isso”, “não consigo”, “não tenho jeito para aquilo”;
  • Automatismo - Trabalhar com base em “receitas de bolo” e tratar as demandas com padrões pré-estabelecidos;
  • Apatia – acomodar-se em crenças limitantes e usá-las como desculpa para não tomar atitudes;
  • Fobia social - almoçar sempre nos mesmos lugares, com os mesmos colegas e fazer sempre as mesmas coisas.

Segundo o escritor e médico escocês A. J. Cronin, no livro Quem Mexeu no Meu Queijo "A vida não é um corredor reto e tranquilo que nós percorremos livres e sem empecilhos, mas um labirinto de passagens, pelas quais nós devemos procurar nosso caminho, perdidos e confusos, de vez em quando presos em um beco sem saída".

Por isso, não tenha medo de novidades e desafios. Um novo formato de trabalho pode ser bem estimulante.

2º passo – Cair na real

Causas mais frequentes que nos faz permanecer na zona de conforto
  • Preguiça;
  • Falta de energia, apatia, depressão, falta de motivação;
  • Receio de enfrentar os próprios medos - medo do desconhecido, dos riscos, das incertezas, do que pode acontecer, de perder o controle ou do que os outros vão pensar sobre nós;
  • Acreditar que precisamos de algo “seguro” para mudar – fazer um pé de meia, ter um novo companheiro(a), terminar a faculdade;
  • Soberba - quando ele não sente necessidade de aprender nada ou de aprimorar-se, por achar-se pronto, “brilhante” e perfeito (“síndrome do copo cheio”);
  • Miopia - quando não se têm claros os impactos e as consequências de algumas atitudes e comportamentos em nossas vidas, no médio e longo prazos.

3º. Passo – Sair


Rota de fuga. Como sair dessa?

Sair da zona de conforto significa que precisamos operar uma significativa mudança interior. É um processo de transição que inicia com a negação da situação, passando pela resistência às mudanças, aceitação da necessidade de mudar e, finalmente, a aceitação do compromisso consigo próprio.

A tarefa não é nada simples pois envolve crenças, memórias, sentimentos e emoções profundas. A mudança verdadeira somente acontece quando determinamos o fim de uma fase, de um processo ou de algo que tínhamos como seguro ou certo – como um emprego que não nos serve mais, por exemplo.

Por que sair da zona de conforto?

As fronteiras criadas pela zona de conforto (que nós mesmos criamos) representam uma barreira psicológica que nos impede de encarar novos desafios e melhorar a nossa qualidade de vida.

É como se existisse uma voz dentro da nossa cabeça que dissesse: “É perigoso”, “Pense bem”, “Depois não vai dar pra voltar”, “Você já tentou antes e não deu certo” e a pior delas “Você não é capaz”!!! Estamos dominados pela auto sabotagem e precisamos de uma boa estratégia para nos livrar dela.

Dicas para sair da zona de conforto

  1. A primeira coisa é mudar totalmente nosso modo de pensar;
  2. Encare seus medos (citei acima no item 3 do 2º passo);
  3. Aceite quando as coisas não saírem do seu jeito, e elas dificilmente sairão, mas deixe para lá;
  4. Curta o desconhecido – sinta-se excitado por não saber o que vai acontecer depois. É uma mistura de expectativa e ansiedade que, ao mesmo tempo, faz seu coração vibrar;
  5. Faça alguma coisa que você nunca fez antes - aprenda a tocar um instrumento musical, um novo idioma, escreva um blog, faça parte de alguma comunidade, escreva um livro, pratique uma atividade física ou um hobby;
  6. Coloque um novo projeto em ação - desenvolva sua capacidade de iniciativa;
  7. Posicione-se – em rodas de conversas dê a sua opinião, fale o que você pensa e sente;
  8. Saia da sua rotina até mesmo nos detalhes – ouça estilos musicais que nunca ouviu, durante os trajetos observe as pessoas e paisagens.

De acordo com Phil Stutz e Barry Michels “a suposta finalidade da Zona de Conforto é manter sua vida segura, mas o que realmente faz é manter sua vida limitada”.

Os autores do “O Método” - entre os mais vendidos do New York Times - desenvolveram 5 ferramentas que impulsionam as pessoas a agir e a transformar, de forma eficaz, obstáculos em oportunidades e assim encontrar coragem, disciplina, auto expressão, lucidez para lidar com seus sentimentos e criatividade. São elas:

1ª. A Inversão do Desejo ajuda o indivíduo a sair da zona de conforto, de maneira a encarar a experiência da dor e superá-la

2ª. O Amor Ativo é usada quando a raiva aprisiona uma pessoa no que denominam labirinto de negatividade. Envolve a criação e a transmissão de amor como resposta

3ª. A Autoridade Interior faz com que se abrace a sombra interior, libertando o eu natural em vez de enclausurá-lo em insegurança. Quando se está tomado de preocupações, ansiedade e negatividade

4ª. O Fluxo do Agradecimento mantém cada um no momento presente, conectando o indivíduo à força positiva fundamental do universo

5ª. O Risco fornece a força de vontade para que o indivíduo não se desvie do caminho

Acredite que ao sair da zona de conforto podemos realizar coisas incríveis. É possível ficar completamente satisfeito com o trabalho, com a saúde, com a companhia, com os amigos, enfim, com a vida.

Ao sair da zona de conforto você vai pensar: “Como pude ficar lá tanto tempo? Tudo depende de você!

Termino com uma frase do gênio da tecnologia, Bill Gates:
"Tente uma, duas, três vezes e se possível tente a quarta, a quinta e quantas vezes for necessário. Só não desista nas primeiras tentativas, a persistência é a amiga da conquista. Se você quer chegar onde a maioria não chega, faça aquilo que a maioria não faz”


Autor: Catarina Pierangeli - jornalista pós-graduada (lato sensu) em Gestão da Comunicação em Mídias Digitais com mais de 25 anos de atuação no mundo corporativo e algumas passagens pela grande imprensa. Atualmente é consultora e diretora executiva na dmelo comunicação convergente onde alia a experiência adquirida na comunicação integrada à comunicação digital profissional para empresas e pessoas. É produtora de conteúdo on e off-line, para o Canal LinkedIn Pulse, Superstorm e Clic daNotícia. 
Contato: catarina@dmelocomunicacao.com.br

Prática do "Se pagar à vista, tem desconto" é ilegal!


O que levou todo mundo a achar que a legislação do consumidor necessariamente é melhor para ele? Vou provar, agora, que no caso da proibição na diferença de preços em meios de pagamento distintos, o CDC PIORA a situação do consumidor. A questão é discutida faz tempo. Alguns interpretam o CDC dizendo que ele proíbe que se cobre preço menor para pagamento à vista. E acham que isso é bom pro consumidor… É que eles tratam o “desconto” à vista como “aumento” no preço de cartão. A reportagem abaixo comete esse erro.

Deixa eu explicar. NENHUM comerciante quer perder dinheiro. NENHUM comerciante quer perder clientes. Mas ele tem custos. E custa caro manter a venda com cartões. Principalmente para o pequeno comerciante. Então, nada mais justo que ele possa oferecer preço diferenciado para quem pague em dinheiro. Com isso, ele está BAIXANDO o preço pro consumidor e, assim, melhorando sua situação.

O problema é que muitos acham que o preço decorre de um valor objetivo e que o lucro do comerciante seria garantido… Não é assim. Nem toda margem que o comerciante coloca num produto se converterá em lucro no final. Então se, para agradar o cliente, ele oferece um desconto para pagamento em dinheiro, garanto que ele está trabalhando no limite. O limite entre manter o cliente e perder a venda. Mais, não se pode ignorar que quando o cliente compra com cartão, ele também está “comprando” o pagamento com cartão!

No mais, preço é resultado de um acordo livre. Se o cliente quiser pagar menos para evitar o custo com cartão, ele pode ESCOLHER. E mais! Se o cliente achar que essa prática é ofensiva, ele pode comprar em outro lugar! Isso, claro, num mercado livre.

Assim, proibir desconto é simples controle de preço. Viola a liberdade econômica e, portanto, piora a situação do consumidor. Mas tem quem ganhe. Quem? As operadoras de cartão de crédito.

Elas, que cobram muito mais caro para os pequenos lojistas, ganham, pois a proibição do desconto impede o consumidor de escolher o pagamento menos custoso e praticamente impõe o uso do cartão! As grandes redes não dão desconto, já percebeu? Dividem em 12 vezes e se você oferecer pagar à vista, eles preferem no cartão. Sabe por quê? Porque elas têm tarifas muito baixas, se comparadas às tarifas cobradas de pequenos comerciantes.

Publicado originalmente no Instituto Liberal